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Mensagem da Semana
08/06/2020 09:04


Caros/as alunos/as.
O Estado de Sergipe passa por um período de elevação dos casos de Covid 19. Por isso, é importante que, nós pedagogos, desempenhemos o nosso papel de levar o conhecimento científico de uma maneira que seja compreendido por crianças, jovens e adultos.
As Ciências sempre contribuíram para uma melhor qualidade de vida da sociedade. As Humanidades, por exemplo, por meio das Artes (Literatura, Música, Teatro) além de promover o enriquecimento cultural, tornando-nos pessoas criativas e críticas curam o corpo e a alma ao preencher os vazios da nossa existência humana.
Por isso, a  mensagem dessa semana é um conto de Ruth Rocha “ A Escola de Vidro” para que vocês se deleitem na leitura e reflitam sobre o nosso espaço de trabalho e nas mentalidades que permeiam a escola
Gostei muito desse texto e chamo atenção para um termo muito usado nos últimos dias no nosso país “ comunistas”
Comunista, etimologicamente vem de communis - comum, comunidade - igualdade.
 Esses conceitos não foram criados por Marx e Engels. Desde a Grécia Antiga, o comunismo primitivo foi seguido por meio do pensamento platônico na obra “A República” e aristotélico  “Política”.
A partir de Marx, esse conceito vem tomar uma conotação política em oposição ao capitalismo perverso, a desigualdade na distribuição da riqueza, cujas ideias reverberaram o projeto socialista.
Mas, eu quero chamar atenção para o  significado de comunista nos nossos dias e para o que autora quer destacar nesse conto.
É comunista qualquer pessoa que discorda com o que está posto por um determinado poder (grupo político ou grupo social), ou seja, se eu não concordo com o que alguém defende, eu passo a ser chamada de comunista.
Vejam: isso significa que todo mundo tem que pensar igual, tem que ter um pensamento comum.
Eu pergunto: pensar igual com base em quem? E se eu passo a ser comunista pelo fato de que eu não concordo com o pensamento de uma pessoa ou de um determinado grupo; quem deveria ser chamada de comunista não sou eu, mas quem quer que todo mundo pense igual a ele.
A escola não pode ser instrumento para formar indivíduos em séries. Quando a escola não respeita as singularidades, viola o princípio da liberdade, que, por sua vez está diretamente associado ao direito de escolher, de ser e de se posicionar.
Que sejamos comunistas no sentido sociológico de que todos nós temos direito à vida com dignidade, independentemente, se eu sou branco, preto, homossexual, heterossexual, evangélico, católico, umbandista, brasileiro, africano, professora, médica ou empregada doméstica.
Somos brasileiros/as apesar das nossas diferenças pessoais e profissionais, por isso, entendam, por favor, que eu tenho o direito a ter direito. 
Eu não concordo que escola boa tira o direito à liberdade.
Estamos juntos.
Suzana Mary de Andrade Nunes.
Chefe do Departamento de Educação

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