UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: BIANCA MOTA DOS SANTOS
05/02/2020 15:07


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BIANCA MOTA DOS SANTOS
DATA: 21/02/2020
HORA: 10:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU sala 26
TÍTULO: Expansão rápida da maxila com ancoragem esquelética no indivíduo com fissura palatina por meio do método de elementos finitos.
PALAVRAS-CHAVES: Fissura palatina. Má oclusão. Ancoragem óssea. Expansão maxilar. Fenômenos biomecânicos
PÁGINAS: 81
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
RESUMO:

Introdução: Com o intuito de alcançar a disjunção maxilar na adolescência tardia, diferentes disjuntores com ancoragem esquelética foram desenvolvidos e testados no indivíduo não portador de fissura transforame incisivo unilateral (FTIU). Para que esta torne-se uma alternativa clinicamente viável é necessário conhecer os efeitos (tensão e deslocamento) desses dispositivos no complexo craniofacial do adolescente tardio portador de FTIU. Proposição: Analisar a distribuição da tensão e do deslocamento gerados nas interfaces frontal-maxila, nasal-maxila, zigomático-maxila e etmoide-maxila, pela expansão rápida da maxila (ERM) sob diferentes condições de ancoragem esquelética, em indivíduo na adolescência tardia e portador de FTIU. Metodologia: A tomografia computadorizada de feixe cônico do crânio de um paciente com 17 anos e 11 meses portador de FTIU foi utilizada para gerar o modelo tridimensional de elementos finitos do complexo nasomaxilar. O parafuso expansor e mini-implante (MI) tiveram a superfície escaneada e sete modelos tridimensionais de dispositivos expansores com ancoragem esquelética foram construídos. A diferença entre eles encontra-se no número de MI e dentes envolvidos na ancoragem, sendo definidos da seguinte forma: D1 - dois MI; D2 - quatro MI; D3 - dois MI e primeiros molares (1MA); D4 - quatro MI e 1MA; D5 - dois MI e primeiro pré-molares (1PMA); D6 - quatro MI e 1PMA; D7 - quatro MI, 1PMA e 1MA. O modelo de cada dispositivo foi ajustado no palato. Um deslocamento de 0,25 milímetros foi aplicado no parafuso simulando a situação clínica da ERM. O padrão de distribuição tridimensional da tensão e deslocamento foi então analisado por meio do método de elementos finitos. Resultados: O aumento na tensão foi proporcional ao deslocamento gerado pelo dispositivo ancorado em MI. Assim, D2 foi o dispositivo que gerou maiores tensões e deslocamentos, sendo seguido por D4 e D6, D1, D3, D5 e D7. Conclusões: Quanto maior o número de MI e menor o número de dentes envolvidos na ancoragem, maiores foram as tensões e deslocamentos alcançados; maiores deslocamentos dentário e esquelético ocorreram no lado portador da fissura alveolar; independente do dispositivo analisado, os maiores deslocamentos ocorreram no plano látero-lateral, seguido pelo crânio-caudal e o anteroposterior e a interface zigomático-maxilar apresentou as maiores tensões.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 991949 - JEFERSON SAMPAIO D AVILA
Externo à Instituição - LUCIO HENRIQUE ESMERALDO GURGEL MAIA
Presidente - 1213791 - LUIZ CARLOS FERREIRA DA SILVA
Externo à Instituição - Matheus Melo Pithon
Externo ao Programa - 2021396 - WILTON MITSUNARI TAKESHITA

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