UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: GLESSIANE DE OLIVEIRA ALMEIDA
03/02/2020 10:35


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: GLESSIANE DE OLIVEIRA ALMEIDA
DATA: 18/02/2020
HORA: 16:00
LOCAL: Anexo do Hospital São Lucas
TÍTULO: INFLUÊNCIA DA AUTOAFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL NO CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÊMICA DE PACIENTES HIPERTENSOS.
PALAVRAS-CHAVES: Hipertensão Arterial Sistêmica. Autoaferição. Ansiedade. Controle da pressão arterial. Automedicação.
PÁGINAS: 70
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
RESUMO:

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é considerada problema de saúde pública e fator de risco cardiovascular. Na prática clínica diária, é comum observar a utilização do aparelho para auto aferir pressão arterial (PA) visando melhor controle desta patologia. É controversa a autoaferição como forma de assegurar maior controle da PA. O objetivo dessa pesquisa é avaliar a influência da autoaferição no controle da pressão arterial sistêmica em pacientes hipertensos; analisar a associação de ansiedade com a autoaferição da pressão arterial; analisar a associação da autoaferição com visitas não programadas (idas à urgência ou emergência); avaliar a autoaferição com automedicação; comparar os pacientes do SUS atendidos no Hospital Universitário e rede suplementar. Estudo observacional, transversal e analítico realizado de junho de 2017 a outubro 2019 com uma amostra de 1000 (mil) sujeitos hipertensos, sendo 50% do ambulatório de cardiologia do Hospital Universitário de Sergipe e 50% da rede suplementar de saúde. Utilizou-se um Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE); questionário o qual abordou questões sociodemográficas, clínicas e sobre o uso do aparelho de pressão, formulário médico para identificar o controle da PA e comorbidades. A idade média dos participantes corresponde a 61, 0 +_ 12,5 com mínimo de 27 anos e máxima de 100 anos. As mulheres estavam presentes em 57,1% da amostra. Os pacientes que realizam autoaferição apresentaram o menor controle da PA, maior frequência de automedicação e visitas não programadas, presença de ansiedade estado. Fatores independentes associados ao não controle da PA foram: autoaferição, automedicação, visitas não programadas, ansiedade estado, presença de comorbidades, em especial diabetes melito e dislipidemia, uso de medicamento para comorbidades e sexo feminino. Os pacientes do SUS atendidos no ambulatório de cardiologia do hospital universitário apresentaram nível de gravidade maior (comorbidades, uso de medicamento para essas comorbidades, ansiedade traço, visitas não programadas e pior qualidade de vida). No entanto, tem uma frequência menor de autoaferição da PA e de automedicação (Sugerindo uma linha de cuidados mais humanizados).


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 2221782 - ENALDO VIEIRA DE MELO
Interno - 1243900 - JOSE AUGUSTO SOARES BARRETO FILHO
Externo à Instituição - MARCOS ANTONIO ALMEIDA SANTOS

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