UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 26 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: MARIA CRISTINA LEITE FERRAZ
23/01/2020 17:02


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA CRISTINA LEITE FERRAZ
DATA: 17/02/2020
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do CCBS
TÍTULO: MÚSICA NO ALÍVIO DA DOR PÓS CIRURGIA DE FRATURA DE TÍBIA: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO
PALAVRAS-CHAVES: Dor; medição da dor; analgesia; música; ortopedia; fratura de tíbia
PÁGINAS: 62
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
SUBÁREA: Enfermagem Médico-Cirúrgica
RESUMO:

As cirurgias ortopédicas estão frequentemente associadas à dor pós-operatória intensa. Portanto, é necessária uma abordagem analgésica multimodal que incluam terapêuticas farmacológicas e não farmacológicas. Diante disto, esta pesquisa teve como objetivo avaliar o efeito da música em pacientes com dor aguda no pós-operatório imediato de cirurgia de fratura de tíbia, caracterizar o perfil sociodemográfico destes pacientes, verificar o efeito da música durante o primeiro curativo do pós-operatório e comparar este efeito entre os grupos. Trata-se de um ensaio clínico randomizado, controlado e cego, com 70 pacientes distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Grupo Controle (GC), no qual os pacientes receberam apenas a analgesia padrão da instituição durante a realização do primeiro curativo do pós-operatório, e Grupo Intervenção (GI) composto por pacientes submetidos a sessão de música como método complementar a analgesia padrão da instituição. Para quantificação da dor foi utilizada a Escala Visual Numérica (EVN). O desfecho primário foi o escore de dor desta escala. Com relação as características sociodemográficas dos participantes, não houve diferença estatisticamente significante quando comparadas entre os grupos. Já quanto à avaliação da dor, foi evidenciado que o grupo experimental referiu menos dor quando comparado ao grupo controle após realização do curativo (p<0,001). Houve também uma redução significante nos escores da dor após realização do curativo nos pacientes que ouviram música e aumento da intensidade dolorosa no grupo controle (p<0,001). Desta forma, conclui-se que a dor reduziu significantemente nos pacientes após ouvirem música.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2865478 - ANDRÉIA CENTENARO VAEZ
Presidente - 2394615 - EDUESLEY SANTANA SANTOS
Externo ao Programa - 3120444 - JUSSIELY CUNHA OLIVEIRA
Externo à Instituição - LUCAS WYNNE CABRAL

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