UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: ARYELLA DE MEDEIROS CHAVES ROCHA DUTRA
13/01/2020 09:41


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ARYELLA DE MEDEIROS CHAVES ROCHA DUTRA
DATA: 18/02/2020
HORA: 14:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU sala 27
TÍTULO: ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA PSEUDOMONAS AERUGINOSA RESISTENTES AOS CARBAPENÊMICOS: ASSOCIAÇÕES AOS FATORES DE RISCOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
PALAVRAS-CHAVES: Pseudomonas aeruginosa. Fatores de risco. Agentes antimicrobianos. Resistência microbiana a medicamentos.
PÁGINAS: 83
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo, com análise quantitativa que avaliou a resistência/sensibilidade das Pseudomonas aeruginosa e sua associação aos fatores de riscos clínicos, terapêuticos e sociodemográficos em um hospital universitário, nos anos de 2016 e 2017. Nas análises das resistências foram avaliadas 91 culturas para P.aeruginosa e, nas análises dos fatores de risco, foram 47 culturas, pois foi considerada apenas a primeira cultura positiva para esse microrganismo. Os dados foram levantados dos prontuários e dos formulários de busca ativa de vigilância do Serviço de Controle de Infecção Relacionado à Assistência à Saúde, registrados em uma ficha específica para este estudo. Na análise estatística foi utilizado o teste Exato de Fisher, bem como o Odds Ratio (OR), para avaliação da probabilidade das variáveis como fatores de risco em relação à resistência aos carbapenêmicos. O processamento dos dados foi realizado no software estatístico R versão 3.5.0. Dentre os resultados encontrados, os fatores que refletiram maiores chances no desenvolvimento de resistência aos carbapenêmicos foram: sexo masculino (OR: 2,727, Intervalo de Confiança de 95% (IC): 0,825 – 9,011), internamento no setor de Pneumologia (OR: 5,882, IC: 0,604 – 57,296) e na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (OR: 3,818, IC: 1,043 – 13,981), uso de aminoglicosídeos e colistina (OR: 4,167, IC: 0,400 – 43,379), carbapenêmicos (OR: 2,600, IC: 0,796 – 8,488), ventilação mecânica (OR: 3,521, IC: 0,952 – 13,026) e, com associação significativa, traqueostomia (TQT) (OR: 6,050, IC: 1,542 - 23,735). Quando avaliada a resistência aos carbapenêmicos como fator de risco, foram observadas quase 4 vezes mais chances de evolução a óbito (OR: 3,667, IC: 1,049 – 12,814). Este estudo enfatiza a importância de conhecer os fatores de risco para a prática clínica, e contribui para fortalecimento do programa racional e seguro de antimicrobiano e das medidas de contenção da resistência, elevando a segurança e a qualidade na assistência hospitalar.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1213791 - LUIZ CARLOS FERREIRA DA SILVA
Externo ao Programa - 3374138 - MARCO ANTONIO VALADARES OLIVEIRA
Externo à Instituição - GENILDE GOMES DE OLIVEIRA

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