UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: BIANCA MOTA DOS SANTOS
06/01/2020 11:25


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BIANCA MOTA DOS SANTOS
DATA: 24/01/2020
HORA: 10:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU sala 27
TÍTULO: Análise biomecânica da expansão rápida da maxila com ancoragem esquelética no indivíduo com fissura palatina através do método de elementos finitos
PALAVRAS-CHAVES: Fissura palatina. Má oclusão. Ancoragem óssea. Expansão rápida da maxila. Fenômenos biomecânicos.
PÁGINAS: 80
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
RESUMO:

Introdução: Com o intuito de alcançar a disjunção maxilar na adolescênciatardia, diferentes disjuntores com ancoragem esquelética foram desenvolvidos etestados no indivíduo não portador de fissura transforame incisivo unilateral(FTIU). Até a presente data não existe relato na literatura do uso destesdispositivos no portador de FTIU. Para que esta torne-se uma alternativaclinicamente viável é necessário conhecer os efeitos (tensão e deslocamento)desses dispositivos no complexo crânio-facial do adolescente tardio portador deFTIU. Proposição: Analisar a distribuição da tensão e do deslocamento geradosnas interfaces frontal-maxila, nasal-maxila, zigomático-maxila e etmoide-maxila,pela expansão rápida da maxila (ERM) sob diferentes condições de ancoragemesquelética, em indivíduo na adolescência tardia e portador de FTIU.Metodologia: A tomografia computadorizada do crânio de um paciente com 17anos e 11 meses portador de FPUC foi utilizada para gerar o modelotridimensional de elementos finitos (M3DEF) do complexo naso-maxilar. Oparafuso expansor e mini-implante tiveram a superfície escaneada e seteM3DEF de dispositivos expansores com ancoragem esquelética foramconstruídos. A diferença entre eles encontra-se no número de mini-implantes edentes envolvidos na ancoragem, sendo definidos da seguinte forma: D1 - doismini-implantes (MI); D2 - quatro MI; D3 - dois MI e primeiros molares (1MA); D4- quatro MI e 1MA; D5 - dois MI e primeiro pré-molares (1PMA); D6 - quatro MIe 1PMA; D7 - quatro MI, 1PMA e 1MA. O modelo de cada dispositivo foi ajustadono palato. Um deslocamento de 0,25 milímetros foi aplicado no parafusosimulando a situação clínica da ERM. O padrão de distribuição tridimensional datensão e deslocamento foi então analisado por meio do método de elementosfinitos. Resultados: As maiores tensões e deslocamentos ocorreram no ladoportador da fissura alveolar e foram gerados pelo D2. Para todos os dispositivosanalisados a maior tensão foi observada na interface zigomático-maxila. Odeslocamento no plano transversal foi maior na região anterior, exceto quandoD6 foi utilizado, e nos planos anteroposterior e vertical ocorreu para frente e parabaixo respectivamente. Conclusões: O uso de dispositivos com ancoragemesquelética no adolescente tardio com FTIU parece ser um excelente recursopara corrigir a deficiência transversa da maxila e evitar a expansão rápida damaxila assistida cirurgicamente nesses pacientes.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - LUCIO HENRIQUE ESMERALDO GURGEL MAIA
Interno - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES
Externo ao Programa - 2021396 - WILTON MITSUNARI TAKESHITA

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