UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 31 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: CAROLINA SANTOS SOUZA TAVARES
12/11/2019 08:25


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CAROLINA SANTOS SOUZA TAVARES
DATA: 29/11/2019
HORA: 13:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU
TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA, SINTOMAS DEPRESSIVOS, ANSIEDADE E FUNÇÃO SEXUAL EM MÃES DE NEONATOS COM SÍFILIS CONGÊNITA
PALAVRAS-CHAVES: Ansiedade. Depressão. Qualidade de Vida. Sexualidade. Sífilis Congênita.
PÁGINAS: 49
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) têm sido associadas a desfechos psicológicos negativos nas mulheres incluindo estigma, vergonha e perda de auto-estima. O objetivo do estudo foi avaliar a qualidade de vida (QV), sintomas depressivos, ansiedade e função sexual em mães de neonatos diagnosticados com sífilis congênita (SC). Métodos: Trata-se de um estudo transversal com amostra de conveniência realizado com mães de neonatos hígidos e diagnosticados com SC. Foram incluídas 126 mães (63 em cada grupo) maiores de 18 anos, no período de janeiro de 2018 a março de 2019. As entrevistas foram realizadas nas primeiras 48 horas do pós-parto e três meses após o nascimento da criança. Foi utilizado um questionário de caracterização da amostra, WHOQoL-BREF, Inventário de Depressão de Beck, Inventário de Ansiedade Estado-Traço de Spielberger e índice de Função Sexual Feminina. As variáveis contínuas foram avaliadas pelo teste de Mann-Whitney para amostras independentes. As diferenças entre os escores de QV, sintomas depressivos, ansiedade e função sexual nos dois momentos de avaliação foram realizados pelo teste de Wilcoxon, com nível de significância de 5%. Resultados: A maioria das mães em ambos os grupos eram jovens (mediana de 23 anos de idade), com mais de nove anos de escolaridade (> 60%) e relações conjugais estáveis (> 70%). Durante o período intra-hospitalar, as mães de neonatos com SC apresentaram menores escores de QV global do que as mães de neonatos hígidos (p<0.0001), maiores níveis de ansiedade-estado (p<0.0001) e sintomas depressivos (p<0.0001). Não houve diferenças no FSFI entre os grupos. Três meses após a primeira avaliação, as mães de neonatos com SC apesentaram maiores escores de sintomas depressivos (p=0.021) e baixa função sexual global (p=0.041) em comparação com as mães de neonatos hígidos. Conclusão: Mães de neonatos com SC apresentam nos três primeiros meses após o nascimento das crianças pior saúde mental e baixa função sexual em comparação às mães dos neonatos hígidos.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1977523 - DIEGO MOURA TANAJURA
Externo ao Programa - 2449971 - LEILA LUIZA CONCEICAO GONCALVES
Interno - 1496951 - SILVIA DE MAGALHAES SIMOES

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