UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 23 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: MARIA JANE DAS VIRGENS AQUINO
27/08/2019 14:35


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA JANE DAS VIRGENS AQUINO
DATA: 29/08/2019
HORA: 08:30
LOCAL: AUDITÓRIO DO DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA-CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO/UFS
TÍTULO: EFEITO DA CINESIOTERAPIA NA DOR E NA FADIGA ONCOLÓGICA: ESTUDO PILOTO DE ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO
PALAVRAS-CHAVES: Dor do câncer; Fadiga; Neoplasias da mama; Terapia por exercício.
PÁGINAS: 84
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

Introdução: A dor e a fadiga oncológica são sintomas frequentemente relatados por esse perfil de pacientes e o exercício físico representa uma forma eficaz para o seu tratamento. Objetivo: Analisar o efeito do exercício físico na dor e na fadiga oncológica em pacientes submetidas a cirurgia de mastectomia para retirada do câncer de mama. Metodologia: Trata-se de um estudo piloto de um ensaio clínico randomizado, em que a amostra foi constituída por conveniência. As mulheres foram submetidas a um protocolo de exercícios físicos, três vezes por semana, durante 20 sessões. As mesmas foram avaliadas na primeira, décima e vigésima sessões em relação a dor (Escala Numérica de 11 pontos e Limiar de Dor por Pressão), fadiga (Functional Assessment of Cancer Therapy Fatigue - FACT-F e Escala Numérica de 11 pontos), catastrofização (Escala de Catastrofização da Dor), cinesiofobia (Escala de Cinesiofobia de Tampa), modulação condicionada (MCD), somação temporal (ST), disfunção ombro-mão (DASH), qualidade de vida (European Organization for Research and Treatment of Cancer Quality of Life - EORTC QLQ-C30), qualidade do sono (Questionário de Qualidade de Sono de Pittisburgh), força (algômetro de pressão digital) e flexibilidade muscular (flexímetro), autoestima (Escala de Autoestima de Rosenberg), depressão (Inventário de Depressão de Beck) e alteração da temperatura corporal na região das mamas (Termografia Infravermelha). Resultados: Foram recrutadas 20 pacientes que realizaram cirurgia de mastectomia. Nenhuma paciente apresentou infecção do dreno, deiscência cicatricial ou linfedema e, apenas uma paciente precisou retirar seroma. A média de idade foi de 50,45 ± 2,00 anos e o Índice de Massa Corporal (IMC) foi de 28,95 ± 1,11 kg/m². O exercício causou efeitos positivos na redução da dor e na melhora do desempenho funcional avaliada através do questionário de qualidade de vida, na melhora da função ombro-mão, no aumento da força e da flexibilidade muscular e na redução da temperatura corporal da região da mastectomia quando comparada à mama contralateral. Não foram observadas alterações na fadiga oncológica após o protocolo de exercícios nessas pacientes. Conclusão: A prática de atividade física é importante, na melhora da qualidade de vida, no incremento da força e da flexibilidade muscular na reabilitação de pacientes submetidas à mastectomia para tratamento do câncer de mama. Para esse grupo de pacientes, não foi verificada alteração na dor e na fadiga oncológica.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1656787 - JOSIMARI MELO DE SANTANA
Externo ao Programa - 1837196 - MARIANA TIROLLI RETT BERGAMASCO
Externo à Instituição - LICIA SANTOS SANTANA

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