UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 23 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: MARIA JANE DAS VIRGENS AQUINO
23/07/2019 10:02


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA JANE DAS VIRGENS AQUINO
DATA: 30/07/2019
HORA: 08:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU sala 27
TÍTULO: EFEITO DA CINESIOTERAPIA NA DOR E NA FADIGA ONCOLÓGICA: ESTUDO PILOTO DE ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO.
PALAVRAS-CHAVES: Dor do câncer; Fadiga; Neoplasias da mama; Terapia por exercício.
PÁGINAS: 83
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

Introdução: O câncer corresponde ao crescimento desordenado de células que podem metastatizar para outros órgãos e tecidos. Dentre os tipos de câncer, um dos mais incidentes na população mundial e brasileira é o câncer de mama. A dor e a fadiga oncológica são sintomas frequentemente relatados por esse perfil de pacientes e o exercício físico representa uma forma eficaz para o seu tratamento. Objetivo: Analisar o efeito do exercício físico na dor e na fadiga oncológica em pacientes submetidas a cirurgia de mastectomia para retirada do câncer de mama. Metodologia: Trata-se de um estudo piloto de um ensaio clínico randomizado, em que a amostra foi constituída por conveniência. As mulheres foram submetidas a um protocolo de exercícios físicos, três vezes por semana, durante 20 sessões. As mesmas foram avaliadas na primeira, décima e vigésima sessões em relação a dor (Escala Numérica de 11 pontos e Limiar de Dor por Pressão), fadiga (Functional Assessment of Cancer Therapy Fatigue - FACT-F e Escala Numérica de 11 pontos), catastrofização (Escala de Catastrofização da Dor), cinesiofobia (Escala de Cinesiofobia de Tampa), modulação condicionada (MCD), somação temporal (ST), disfunção ombro-mão (DASH), qualidade de vida (European Organization for Research and Treatment of Cancer Quality of Life - EORTC QLQ-C30), qualidade do sono (Questionário de Qualidade de Sono de Pittisburgh), força (algômetro de pressão digital) e flexibilidade muscular (flexímetro), autoestima (Escala de Autoestima de Rosenberg), depressão (Inventário de Depressão de Beck) e alteração da temperatura corporal na região das mamas (Termografia Infravermelha). Resultados: Foram recrutadas 20 pacientes que realizaram cirurgia de mastectomia para retirada de câncer de mama. Nenhuma paciente apresentou infecção do dreno, deiscência cicatricial ou linfedema e, apenas uma paciente precisou retirar seroma. A média de idade foi de 50,45 ± 2,00 anos e o Índice de Massa Corporal (IMC) foi de 28,95 ± 1,11 kg/m². O exercício causou efeitos positivos na redução da dor e na melhora do desempenho funcional avaliada através do questionário de qualidade de vida, na melhora da função ombro-mão, no aumento da força e da flexibilidade muscular e na redução da temperatura corporal da região da mastectomia quando comparada à mama contralateral. Não foram observadas alterações na fadiga oncológica após o protocolo de exercícios nessas pacientes. Conclusão: A prática de atividade física é importante, na melhora da qualidade de vida, no incremento da força e da flexibilidade muscular na reabilitação de pacientes submetidas à mastectomia para tratamento do câncer de mama.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - LICIA SANTOS SANTANA
Externo ao Programa - 1837196 - MARIANA TIROLLI RETT BERGAMASCO
Interno - 577945 - ROSANA CIPOLOTTI

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