UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: LUANA ANDRADE MACÊDO
30/01/2019 09:24


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUANA ANDRADE MACÊDO
DATA: 25/02/2019
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do DFA
TÍTULO: “Asma em crianças: intervenções farmacêuticas e percepções sobre a doença”
PALAVRAS-CHAVES: crianças; asma; farmacêutico.
PÁGINAS: 112
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

A asma é a doença crônica mais comum em crianças, sendo considerada como problema de saúde pública. Nesse contexto, o sucesso do manejo da asma em crianças pode ser alcançado por meio da colaboração entre crianças, cuidadores e profissionais de saúde, como o farmacêutico. Na literatura, intervenções farmacêuticas têm se mostrado efetivas na melhora de resultados de saúde de pacientes adultos com asma. Por outro lado, estudos sobre intervenções farmacêuticas na asma em crianças são escassos, assim como estudos que abordem as percepções das crianças e seus cuidadores. Objetivo. Compreender a asma em crianças quanto ao impacto de intervenções farmacêuticas e percepções dos pacientes.Métodos. Na primeira etapa do estudo foi realizada uma Revisão Sistemática da Literatura, para avaliar o efeito de intervenções farmacêuticas sobre indicadores de saúde de crianças com asma. Na segunda etapa foi realizado um estudo qualitativo, no qual foram conduzidos dois grupos focais. O primeiro grupo focal foi composto por crianças com asma de sete a doze anos, enquanto o segundo foi composto por seus respectivos cuidadores. A análise dos dados será feita por meio da técnica de análise de conteúdo.Resultados. Na revisão sistemática foram identificados 3671 estudos que após a análise dos critérios de inclusão resultaram em 4 estudos incluídos. A maioria dos estudos foi conduzida nos Estados Unidos (n=2) e em ambientes ambulatoriais (n=3). Quanto aos desfechos avaliados, o mais comum foi “visitas ao departamento de emergência” (n=3). Nenhum dos estudos incluídos avaliou desfechos econômicos. As etapas do processo de trabalho se mostraram heterogêneas. O tempo de atendimento do farmacêutico variou entre 20-45 minutos, enquanto o número de encontros variou de 1 a 3. Com relação ao estudo qualitativo, sete pacientes participaram do estudo, com a presença de oito cuidadores. Resultados preliminares mostram o perfil das crianças, que têm uma média de 9,5 anos de idade e faziam uso de, em média, 3,71 medicamentos. A renda familiar das famílias é, em média, 1,24 salários mínimos. Com relação à asma, 57,14% (n=4) apresentaram asma não controlada, com tempo médio de diagnóstico e tratamento de 3,21 e 3,78 anos, respectivamente. Conclusão. A revisão sistemática conclui que há poucos estudos sobre intervenções farmacêuticas em crianças com asma entre 0-12 anos de idade. Além disso, o processo de trabalho do farmacêutico e os desfechos avaliados são heterogêneos. Esses fatos limitam o entendimento das intervenções farmacêuticas em crianças com asma, bem como seu impacto. Por outro lado, as perspectivas com relação ao estudo qualitativo é que os resultados dos grupos focais servirão de suporte para que profissionais de saúde possam guiar sua prática centrada no paciente, de acordo com suas crenças, preocupações e necessidades.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 949.166.594-49 - ALFREDO DIAS DE OLIVEIRA FILHO
Externo ao Programa - 2502508 - DEBORAH MÔNICA MACHADO PIMENTEL
Presidente - 1315121 - DIVALDO PEREIRA DE LYRA JUNIOR

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