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Banca de DEFESA: JOSEVÂNIA DE OLIVEIRA
17/01/2019 12:17


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSEVÂNIA DE OLIVEIRA
DATA: 27/02/2019
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do Pólo de Pós-Graduação
TÍTULO: AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS AMBIENTAIS NO ESTUÁRIO DO RIO VAZA-BARRIS (SERGIPE) ATRAVÉS DO USO DE CRASSOSTREA BRASILIANA (LAMARCK, 1819)
PALAVRAS-CHAVES: Crassostrea brasiliana. Estuário. Riscos Ambientais. Biocoencetração. Fatores Ambientais.
PÁGINAS: 252
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Ciências Ambientais
RESUMO:

Sergipe apresenta o litoral pouco recortado, contendo cinco áreas estuarinas, com destaque para o estuário do Vaza-Barris. Considerado o ecossistema mais importante e rico do mundo, o manguezal abriga muitos animais e plantas. Atualmente, os impactos ambientais e a degradação dos mesmos têm aumentado, provocando grande desequilíbrio à fauna marinha, inclusive do litoral sergipano. Contudo, o uso de animais bioindicadores tem sido de grande importância no desenvolvimento de pesquisas relacionadas às condições ambientais dos meios aquáticos, principalmente de estuários. Diante disso, Crassostrea brasiliana (Lamarck, 1819) tem sido bastante utilizada como indicador ambiental por apresentar características que possibilitam revelar a contaminação de um ecossistema. De forma geral, esse estudo buscou avaliar os fatores ambientais no estuário do Vaza-Barris através do uso de C. brasiliana. Também foram apontados os principais impactos ambientais provocados pela carcinicultura marinha no estuário do Vaza-Barris, São Cristóvão-SE, e os riscos ambientais identificados pela comunidade de marisqueiros ou/e pescadores da ilha de Mem de Sá, localizada no estuário do Vaza-Barris, Itaporanga D’Ajuda-Sergipe. Em relação à carcinicultura marinha, notou-se que a retirada da vegetação nativa, o manejo inadequado, descarte impróprio dos efluentes, introdução de espécies exóticas e disseminação de doenças foram os principais impactos detectados. Referente aos riscos ambientais identificados pela comunidade de Mem de Sá, observou-se que a mariscagem é uma atividade realizada mais pelas mulheres, como forma de complementar a renda familiar. A presença de viveiros de camarão foi apontada por todos os entrevistados como possível fonte poluidora na ilha. Além disso, é importante ressaltar que o etnoconhecimento da comunidade de Mem de Sá foi de suma relevância para a compreensão dos riscos que podem comprometer o equilíbrio ambiental da área, visto que grande parte dos indivíduos residem no local há muitos anos. Mediante a avaliação dos dados biométricos e estágio gonadal dos exemplares de C. brasiliana coletados na ilha de Mem de Sá, constatou-se que as ostras se encontram em estágio adulto e algumas apresentaram gônadas diferenciadas, permitindo classificá-las como machos ou fêmeas; as que não apresentaram foram indeterminadas. Como as amostras foram obtidas no final do mês de agosto, período em que a temperatura é mais baixa, pode-se concluir que a maioria dos organismos analisados se encontra em estágio de pré-maturação, dificultando assim a diferenciação entre machos e fêmeas, justificando o maior número de ostras classificadas como indeterminadas.



MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 279481 - ROSEMERI MELO E SOUZA
Interno - 2178474 - ROBERTO RODRIGUES DE SOUZA
Externo ao Programa - 1807439 - JAILTON DE JESUS COSTA
Externo ao Programa - 3313144 - MARCIA ELIANE SILVA CARVALHO
Externo ao Programa - 8426696 - EDILMA DE JESUS ANDRADE
Externo à Instituição - MARTA CRISTINA VIEIRA FARIAS
Externo à Instituição - DIÓGENES FÉLIX DA SILVA COSTA

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