UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 24 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: IAGO HUDSON DA SILVA SOUZA
07/12/2018 11:09


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: IAGO HUDSON DA SILVA SOUZA
DATA: 17/12/2018
HORA: 16:00
LOCAL: Sala de Aula do Laboratório de Flavor
TÍTULO: EFEITO DAS CONDIÇÕES DE TEMPO E TEMPERATURA DE TORREFAÇÃO NA COMPOSIÇÃO FENÓLICA, CAPACIDADE ANTIOXIDANTE E COMPOSTOS VOLÁTEIS DO ÓLEO DE COCO BABAÇU
PALAVRAS-CHAVES: babaçu, compostos voláteis, compostos bioativos, torrefação.
PÁGINAS: 44
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Ciência e Tecnologia de Alimentos
SUBÁREA: Ciência de Alimentos
ESPECIALIDADE: Química, Física, Fisico-Química e Bioquímica dos Alim. e das Mat-Primas Alimentares
RESUMO:

A palmeira de babaçu (Orbynia phaletata) é nativa das regiões norte e nordeste do Brasil, pertence à família Aracaceae sendo bastante difundida no cerrado brasileiro, centrado principalmente no estado do Maranhão, na região conhecida como mata dos cocais. Os frutos do babaçu são constituídos de epicarpo, mesocarpo, endocarpo e sementes das quais se extraem o óleo e o leite de coco babaçu. O babaçu tem sido utilizado em 64 usos catalogados, entretanto, o potencial do babaçu continua inexplorado devido à falta de escala e estrutura produtiva. As sementes de babaçu tradicionalmente têm passado por etapa de torrefação para melhorar o aroma e gosto do óleo nos preparos das refeições, onde a torrefação é usada para alterar a qualidade dos alimentos e durante esse processo são desenvolvidos aroma e sabores agradáveis que são transferidos ao óleo depois da extração. Mas também, a torrefação de sementes influencia o conteúdo de fenólicos e a atividade antioxidante de óleo, compostos esses formados principalmente pela reação de Maillard. Sendo assim, o objetivo do presente trabalho será obter óleo das sementes de babaçu submetidas a diferentes condições de tempo e temperatura de torrefação e determinar a composição volátil, os compostos bioativos e a capacidade antioxidante do óleo. As sementes de babaçu serão caracterizadas físico-quimicamente em termos de umidade, cinzas, lipídeos, proteínas e carboidratos de acordo como metodologia AOAC (1995), enquanto que as características do óleo como índice de acidez, índice de peróxido, índice de refração, índice de saponificação e índice de iodo serão analisados de acordo com metodologia da AOCS (1997). A determinação dos compostos bioativos será feita através das análises de compostos fenólicos totais (CFT), flavonóides totais (TF). A determinação da capacidade antioxidante será feita através dos métodos de captura do DPPH (2,2-difenil-1-picrilhidrazil), de captura do ABTS+ (2,2’-azino-bis(ácido 3-etilbenzotiazolina-6-sulfonico) e da capacidade de absorção de radicais de oxigênio (ORAC). A análise da composição volátil será feita em cromatógrafo a gás Agilent 7890B GC system acoplado a um espectrômetro de massa VARIAN Saturn 2100T, a técnica de extração utilizada será SPME. A análise de compostos bioativos será realizada por cromatografia líquida de alta eficiência acoplado a um espectrômetro de massa. Os resultados obtidos serão tratados estatisticamente através do software SAS. Através dos resultados será possível determinar o perfil volátil e de compostos bioativos no óleo de babaçu assim como o efeito da torrefação das sementes.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1689571 - JANE DE JESUS DA SILVEIRA MOREIRA
Interno - 1786979 - MARIA APARECIDA AZEVEDO PEREIRA DA SILVA
Presidente - 6330812 - NARENDRA NARAIN

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