UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 28 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: MARIA PAULA MENDONÇA SILVEIRA
07/12/2018 08:16


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA PAULA MENDONÇA SILVEIRA
DATA: 21/12/2018
HORA: 11:00
LOCAL: Sala 26 do Programa de Ciências da Saúde/HU
TÍTULO: ESTUDO COMPARATIVO DE LATÊNCIA E DURAÇÃO DO BLOQUEIO DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR COM LIDOCAÍNA 2% + EPINEFRINA 1:100.000 APLICADO PELA TÉCNICA CONVENCIONAL OU PELO SISTEMA COMPUTADORIZADO
PALAVRAS-CHAVES: Dor; Anestesia local; Nervo alveolar inferior
PÁGINAS: 31
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
SUBÁREA: Clínica Odontológica
RESUMO:

O medo de sentir dor é considerado um dos principais motivos pelos quais pacientes evitamsubmeter-se a procedimentos odontológicos. Durante a aplicação da anestesia local, oaumento rápido da pressão hidráulica exercida pela substância anestésica é considerado umdos principais fatores que provoca desconforto no paciente. Para tentar minimizar estesefeitos, surgiram os sistemas de injeção controlados eletronicamente. O presente estudo tevecomo objetivo comparar a latência e a duração do bloqueio do nervo alveolar inferior aplicadopela técnica convencional ou pelo sistema computadorizado Morpheus. Para isso, 31voluntários com necessidade de tratamento restaurador nas unidades dentárias 37 e 47 foramselecionados. Os dados coletados foram os tempos de latência e duração da anestesia, taxas desucesso e insucesso da técnica, avaliação da dor após anestesia e preferência dos voluntáriospelo dispositivo de injeção. Para a avaliação da latência, duração da anestesia e a mensuraçãoda dor através da EVA, foi utilizado o teste de Mann-Whitney; para avaliação do sucesso e doinsucesso anestésico, foi aplicado o teste do qui-quadrado. O nível de significância de todosos testes foi considerado de 5%. Os resultados mostraram que o tempo de latência para asduas técnicas foram iguais para a maioria dos casos (2 minutos). A duração do efeitoanestésico foi maior para a técnica convencional, porém sem diferença estatística significativaentre os grupos. A porcentagem de sucesso para a técnica com a carpule foi de 80.65% einsucesso de 19.35%. Para a técnica com o Morpheus, a porcentagem de sucesso foi de83,87% e de insucesso de 16.13%. Não foram encontradas diferenças significativas na dorapós a injeção. 64.52% afirmaram preferir a técnica anestésica com o uso do Morpheus,enquanto 35.48% preferiram a técnica convencional. As técnicas com carpule e Morpheusapresentaram mesmo tempo de latência e duração anestésica, bem como taxa de sucessosemelhante. Além disso, a dor sentida durante a execução das duas técnicas foi a mesma.Quanto a preferência pelos dispositivos de injeção, a maioria optou pelo sistema Morpheus.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1151857 - JOSÉ MIRABEAU DE OLIVEIRA RAMOS
Interno - 1694366 - MARIA AMALIA GONZAGA RIBEIRO
Presidente - 1783432 - PAULO HENRIQUE LUIZ DE FREITAS

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