UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: DAIANA BROLL REPEKE
03/12/2018 14:52


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DAIANA BROLL REPEKE
DATA: 19/12/2018
HORA: 10:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU
TÍTULO: ANÁLISE TRIDIMENSIONAL DA PROTRAÇÃO MAXILAR EM PACIENTES COM FISSURA LABIOPALATINA
PALAVRAS-CHAVES: Fissura Palatina; Aparelhos de Tração Extrabucal; Ortodontia
PÁGINAS: 62
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
RESUMO:

A fissura labiolpalatina unilateral completa (FLUC) é a deformidade mais frequente de fissura oral não-sindrômica. Os pacientes portadores de FLUC apresentam com frequência deficiência de desenvolvimento maxilar no sentido anteroposterior, em consequência das cirurgias primárias (queiloplastia e palatoplastia) realizadas no primeiro ano de vida. Poucos estudos na literatura comparam o novo protocolo de tratamento para protração da maxila utilizando elásticos intermaxilares apoiados em miniplacas, com o protocolo convencional de tração da maxila com máscara facial. O objetivo deste estudo pretende fundamentalmente avaliar a protração maxilar com máscara facial e expansão maxilar e comparar com a protração maxilar ancorada em miniplacas nas fissuras labiopalatinas. O grupo tratado com máscara facial compreendeu 16 indivíduos com FLUC que apresentaram padrão esquelético de classe III e o grupo tratado com elásticos apoiados em miniplacas compreendeu 23 individuos com FLUC. Tomografias computadorizadas cone bean foram obtidas antes (T1) e após o tratamento (T2). Vinte variáveis cefalométricas foram analisadas. Comparações intergrupos e intragrupos foram realizadas, respectivamente, por meio do teste t independente e pareado (p<0.05). A comparação intergrupos apontou que o movimento anterior da maxila foi semelhante em ambos os grupos. O grupo tratado com máscara facial, apresentou medida do ângulo SNB estatisticamente menor do que o grupo tratado com miniplacas. Em relação ao pisicionamento vertical da mandíbula observou-se que no grupo tratado com máscara facial a mandíbula roda no sentindo horário, enquanto no grupo tratado com miniplacas a rotação acontece no sentido anti-horário. Contatou-se uma retroinclinação dos incisivos inferiores no grupo tratado com máscara facial e inclinação vestibular no grupo tratado com miniplacas. Parece lícito concluir que nos dois protocolos de tratamentos avaliados o avanço sagital da maxila foi efetivo, não havendo diferença entre os grupos. O grupo tratado com miniplacas permite um maior controle vertical da mandíbula.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1307447 - PAULO HENRIQUE LEITE QUINTELA
Externo à Instituição - GUSTAVO MATTOS BARRETO
Externo à Instituição - ROSANY LARISSA BRITO DE OLIVEIRA

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