UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: JOSÉ VALTER COSTA OLIVEIRA
23/08/2018 06:54


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSÉ VALTER COSTA OLIVEIRA
DATA: 29/08/2018
HORA: 14:00
LOCAL: SALA DE REUNIÕES DEPARTAMENTO NUTRIÇÃO CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO-UFS
TÍTULO: Não adesão à terapêutica anti-hipertensiva na atenção primária à saúde: fatores associados e Representações Sociais das pessoas acometidas pela doença.
PALAVRAS-CHAVES: Hipertensão Arterial. Adesão ao Tratamento. Cuidados Primários à Saúde.
PÁGINAS: 90
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Nutrição
RESUMO:

Objetivo: Investigar os fatores associados à não adesão à terapêutica e conhecer as representações sociais de pessoas acometidas pela hipertensão arterial sistêmica (HAS) sobre o tratamento da doença. Casuística e Métodos: Trata-se de um estudo analítico, transversal, com associação das abordagens quantitativa e qualitativa. A amostra quantitativa incluiu 472 usuários da Atenção Primária à Saúde (APS) do município de Aracaju/SE. A coleta de dados foi realizada entre agosto de 2017 e março de 2018, por meio da aferição de medidas antropométricas, pressão arterial e aplicação de formulário estruturado com questões de caracterização socioeconômica, demográfica, consumo alimentar, determinantes de saúde, componentes da terapêutica e autoavaliações de saúde e alimentação. A amostra qualitativa foi uma subamostra da quantitativa constituída por 32 protagonistas sociais. A técnica de pesquisa adotada foi a entrevista semiestruturada, analisada pelo método de Análise de Conteúdo e interpretada pela Teoria das Representações Sociais. Resultados: Os resultados mostraram uma frequência de não adesão ao tratamento farmacológico de 71,8% e um descontrole pressórico de 68% da amostra. A não adesão à terapêutica farmacológica esteve associada (p<0,05) aos usuários adultos, maior ingestão de sódio, excesso de peso, circunferência da cintura (CC) elevada, menor número de medicamentos prescritos, não seguir a prescrição corretamente, não comparecer às consultas de retorno, utilizar remédios caseiros e ter avaliação negativa da saúde e alimentação. Enquanto que, o baixo grau de instrução, maior consumo de açúcar, peso elevado, CC de risco e maior tempo de diagnóstico estiveram associados (p<0,05) ao descontrole da pressão arterial. Nos achados qualitativos, a utilização de medicamentos emergiu como principal componente da representação social (RS) na terapêutica anti-hipertensiva. As medidas de estilo de vida predominantes nos discursos foram alimentação e atividade física. Porém, as falas mostravam resistência quanto ao seguimento destas medidas, devido a questões inerentes aos próprios usuários, ou externas a eles como fatores socioeconômicos, relacionados à doença, ao tratamento e ao sistema e equipe de saúde. Conclusão: A educação em saúde pode ser um caminho para o estímulo à adesão do tratamento anti-hipertensivo, dada a relevância da influência dos componentes da RS na adesão terapêutica e controle dos níveis pressóricos.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2020866 - ANA MARA DE OLIVEIRA E SILVA
Presidente - 1819141 - KIRIAQUE BARRA FERREIRA BARBOSA
Externo ao Programa - 1331234 - RENATA LOPES DE SIQUEIRA

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