UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: KENNIA MARIA ROCHA BAIÃO
01/08/2018 09:30


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: KENNIA MARIA ROCHA BAIÃO
DATA: 27/08/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU
TÍTULO: Associação do risco Cardiovascular, da síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono e da qualidade de vida em pacientes com DHGNA.
PALAVRAS-CHAVES: DHGNA, síndrome metabólica, esteatose hepática, fígado gorduroso, SAOS, DCV, ultrassom, QV.
PÁGINAS: 61
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) é caracterizada por acúmulo de lipídios em hepatócitos, que representa, ao menos, 5% do peso deste tecido. Acomete pacientes em diferentes faixas etárias; estes tendem a apresentar alterações hepáticas caracterizadas não apenas pelo acúmulo de gordura, mas, em alguns casos, também pela presença de inflamação e fibrose, inclusive evoluindo para cirrose. É considerada o componente hepático da Síndrome Metabólica (SM) e esta, por sua vez, também um indutor da DHGNA. O presente estudo propõe avaliar a relação da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) e do risco de doenças cardiovasculares (DCV), em pacientes com a DHGNA e como a interação dessas patologias afeta a qualidade de vida dos pacientes. Trata-se de um estudo transversal, onde foram entrevistados 173 pacientes atendidos no ambulatório de Hepatologia, que é um serviço de referência do Estado, do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe. Foram coletados dados sociodemográficos e medidas antropométricas, resultados de exames laboratoriais bioquímicos e de imagem dos prontuários, e estes pacientes foram submetidos à questionários de qualidade de vida (QV) (WHOQOL bref), risco de DCV’s (Escore de Framinghan), a avaliação do risco individual de SAOS (Escala de Berlim) e ao teste de bioimpedância. Obtivemos como resultados uma prevalência na população estudada de baixo risco para desenvolver DCV’s (58,4%), houve uma prevalência da amostra para alto risco de SAOS (64%), a avaliação da QV demonstrou melhores resultados nos domínios psicológicos e das relações sociais. Concluímos que há uma associação do grau de DHGNA com a evolução do SAOS nos pacientes estudados, não havendo a mesma associação em relação ao aumento do risco de DCV’s e quando avaliamos a associação com a QV não observou-se diferença significativa entre o escore total de qualidade de vida em pacientes com esteatose leve para os indivíduos que as apresentavam na forma acentuada. Sendo assim, enfatizamos a importância da avaliação global desses pacientes, desde o início da detecção da DHGNA.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1347234 - KARINA CONCEICAO GOMES MACHADO DE ARAUJO
Presidente - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES
Externo ao Programa - 2046888 - MÁRCIO BEZERRA SANTOS

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