UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 17 de Setembro de 2021


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Banca de DEFESA: THAYANNE LOER SANTOS COSTA
11/07/2018 14:54


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: THAYANNE LOER SANTOS COSTA
DATA: 30/07/2018
HORA: 14:00
LOCAL: SALA 2 - PPGAGRI
TÍTULO: Avaliação da eficiência de fungos entomopatogênicos no controle de Glycaspis brinblecombei Moore (Hemiptera: Psyllidae)
PALAVRAS-CHAVES: eucalipto, controle biológico, praga exótica
PÁGINAS: 64
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
RESUMO:

Em plantações de eucalipto ocorrem pragas nativas e exóticas, sendo que as pragas exóticas causam ainda maiores prejuízos econômicos, pela ausência de inimigos naturais locais para controle de população, necessitando o estabelecimento de métodos para controle. O Glycaspis brimblecombei Moore (Hemiptera: Psyllidae), conhecido como Psilídio-de-concha-do-eucalipto, foi detectado pela primeira vez no Brasil em 2003 no Estado de São Paulo apresentando danos às plantações de eucalipto como o secamento de ponteiros e a redução da atividade fotossintética. Em seu controle tem sido utilizado formulações químicas sintéticas, porém esse tipo de alternativa tem sido repensada por ser tóxica e prejudicial à saúde e ao meio ambiente, assim, a utilização de fungos entomopatogênicos pode ser uma alternativa para o seu controle. Fungos como Isaria fumesorosea e Beauveria bassiana tem apresentado elevada eficiência em estudos de laboratório e campo indicando potencial para utilização em programas de controle biológico. O presente trabalho objetivou avaliar a eficiência de fungos entomopatogênicos no controle biológico de G. brimblecombei, em laboratório e em plantações comerciais de eucalipto. Foram aplicados seis tratamentos sendo dois fungos (I. fumesorosea e B. bassiana, procedentes do banco de germoplasma da Embrapa Tabuleiros Costeiros), dois fungos comerciais (Boveril e Metarril, produtos comercias formulados a partir de conídeos dos fungos B. bassiana e M. anisopliae), um inseticida químico (composto de Bifentrina) e uma testemunha (água + espalhante adesivo). A mortalidade de G. brimblecombei não diferiu nos tratamentos com os fungos mantidos em laboratório com 32%. Boveril e Metarril apresentaram mortalidade inferior (20 e 23% respectivamente). Os fungos I. fumesorosea e B. bassiana apresentaram resultados eficientes no controle de G. brimblecombei e potencialmente viáveis para utilização em programas de Manejo Integrado de G. brimblecombei.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1352277 - GENESIO TAMARA RIBEIRO
Externo à Instituição - MARCELO DA COSTA MENDONCA
Externo à Instituição - MARIA DE FÁTIMA SOUZA DOS SANTOS DE OLIVEIRA

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