UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: CAREN CRISTINA FREITAS FERNANDES
06/07/2018 11:47


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CAREN CRISTINA FREITAS FERNANDES
DATA: 09/07/2018
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório da didática 2 UFS- campos são cristovão
TÍTULO: Qualidade de vida de mães de crianças com mecrocefala.
PALAVRAS-CHAVES: Microcefalia. Qualidade de vida. Saúde materna. Cuidadores.
PÁGINAS: 82
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Introdução: o cuidado com a saúde das mães de crianças com microcefalia é essencial,visto que são suas principais cuidadoras. A rotina diária de consultas para diagnóstico,tratamento e reabilitação pode estar associada a alterações da qualidade de vida.Objetivo: avaliar a qualidade de vida das mães de criança com microcefalia e compararcom mães de criança com desenvolvimento neuropsicomotor normal. Método: estudotransversal, comparativo, analítico e quantitativo, realizado em um serviço ambulatorialpúblico de referência para atendimento de crianças com microcefalia em Sergipe. Foramentrevistadas 78 mães de crianças de zero a dois anos, com e sem alterações nodesenvolvimento neuropsicomotor (DNPM). Utilizou-se o Questionário de Avaliaçãode Qualidade de Vida Abreviado (WHOQOL-bref) e o questionário de avaliaçãosociodemográfica, desenvolvido pelos autores. A associação entre variáveis categóricasfoi avaliada por meio dos testes de Qui-quadrado e Exato de Fisher e a associação entrevariáveis quantitativas por meio dos testes de correlação de Spearman e Pearson. Paraverificar as diferenças existentes entre os grupos foram utilizados os testes de Mann-Whitney U e T de Student independente. Resultados: mães de crianças commicrocefalia apresentaram menores escores de qualidade de vida dos domínios e total,porém houve diferença estatisticamente significativa apenas para o domínio ambiental,(48,40) para o grupo de mães de crianças com microcefalia, (57,13) para o grupo demães de crianças com DNPM normal (p<0,02). Cabe ressaltar que foram observadascorrelações negativas significativas entre a maioria das variáveis gineco-obstétricas,idade materna e escores de qualidade de vida. A idade da criança não apresentouassociação significativa com tais escores. Conclusão: o fato de as crianças teremdesenvolvimento neuropsicomotor alterado não influenciou na qualidade de vida dasmães, acredita-se que está mais associado as condições de moradia e recursosfinanceiros.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - CARINA CARVALHO SILVESTRE
Externo ao Programa - 2661918 - JOSE ANTONIO BARRETO ALVES
Externo ao Programa - 2771472 - MARIANGELA DA SILVA NUNES

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