UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 28 de Setembro de 2021


Notícias

Banca de DEFESA: MARIA CLEZIA DOS SANTOS
04/07/2018 10:09


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA CLEZIA DOS SANTOS
DATA: 25/07/2018
HORA: 13:00
LOCAL: SALA 2 - PPGAGRI
TÍTULO: Controle varietal e bioatividade do óleo essencial de Lippia gracilis no manejo de Raoiella indica (Acari: Tenuipalpidae)
PALAVRAS-CHAVES: Cocos nucifera, resistência de plantas, ácaro-vermelho-das-palmeiras biopesticidas
PÁGINAS: 38
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
RESUMO:

O ácaro-vermelho-das-palmeiras, Raoiella indica (Acari: Tenuipalpidae), é uma praga polífaga e causa danos a diversas plantas, principalmente ao coqueiro (Cocos nucifera L.). Entre os métodos disponíveis para o manejo integrado de pragas, plantas que apresentem características de resistência e biopesticidas, podem ser adotados para reduzir os problemas associados com a infestação de R. indica em áreas de produção. Assim, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a suscetibilidade e resistência de diferentes acessos de coqueiro-anão a R. indica, bem como a eficiência do óleo essencial de Lippia gracilis (Verbenaceae) e seu componente majoritário a essa praga e seletividade ao ácaro predador Amblyseius largoensis. As avaliações da densidade do ácaro-vermelho-das-palmeiras (ovos e formas ativas) foram realizadas em seis acessos de coqueiro-anão: Anão Verde do Brasil de Jiqui (AVBrJ); Anão Vermelho de Camarões (AVC); Anão Vermelho da Malásia (AVM); Anão Vermelho do Brasil de Gramame (AVG); Anão Amarelo do Brasil de Gramame (AAG) e Anão Amarelo da Malásia (AAM) no Banco Internacional de Germoplasma de Coco para América Latina e Caribe (ICG-LAC). O acesso AVBrJ apresentou graus de resistência ao ácaro-vermelho-das-palmeiras pela não preferência, assim como os acessos das classes amarela e vermelha foram suscetíveis. Adicionalmente, o número de ovos e formas ativas encontrados nos acessos de coqueiro-anão não foram correlacionados com a densidade de estômatos das plantas. O óleo essencial do genótipo LGRA-106 de L. gracilis e seu composto majoritário timol foram toxicos a R. indica (CL50 = 4,995; CL50 = 9,028 mg/mL), respectivamente. Além disso, o óleo teve baixa persistência (até 6h) e em concentrações subletais causou na redução da sobrevivência e reprodução de R. indica. Embora o óleo essencial de L. gracilis não foi seletivo ao ácaro predador, a baixa persitência não impossibilita seu uso. No geral, as medidas de controle mostraram-se promissoras para serem utilizadas no manejo de R. indica.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 638.148.201-00 - ADENIR VIEIRA TEODORO
Externo à Instituição - JOSÉ GUEDES DE SENA FILHO
Externo à Instituição - SHÊNIA SANTOS SILVA

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2021 - UFRN v3.5.16 -r16104-201f40f5e2