UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: KENNIA MARIA ROCHA BAIÃO
25/06/2018 14:17


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: KENNIA MARIA ROCHA BAIÃO
DATA: 09/07/2018
HORA: 08:00
LOCAL: Sala 2 Didática II/HU
TÍTULO: Associação do risco Cardiovascular, da síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono e de graus leve e acentuado de esteatose em pacientes com DHGNA e sua correlação com a qualidade de vida
PALAVRAS-CHAVES: DHGNA, síndrome metabólica, esteatose hepática, fígado gorduroso, SAOS, DCV, ultrassom, qualidade de vida.
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) acomete pacientes emdiferentes faixas etárias; estes tendem a apresentar alterações hepáticas caracterizadas nãoapenas pelo acúmulo de gordura, mas, em alguns casos, também pela presença de inflamaçãoe fibrose, inclusive evoluindo para uma cirrose. É considerado o componente hepático daSíndrome Metabólica (SM) e esta, por sua vez, também uma forte indutor da DHGNA.Comitantemente tem-se observado uma série de comorbidades comuns a esses pacientes, que,na maioria dos casos, tem sua detecção tardia. Várias evidências demonstram que a DHGNAnão é apenas uma doença potencialmente progressiva, mas que participa de um contexto degrande relevância clínica. O presente estudo propõe mostrar a prevalência da Síndrome daApneia Obstrutiva do Sono e do risco de doenças cardiovasculares, em pacientes com aDHGNA e como a interação dessas patologias afeta a qualidade de vida dos pacientes, com afinalidade de fornecer informações mais fidedignas sobre esta patologia e sobre a forma deavaliar estes pacientes. Trata-se de um estudo transversal, onde foram entrevistados eavaliados 191 pacientes atendidos no ambulatório de hepatologia do Hospital Universitário daUniversidade Federal de Sergipe, foram coletados dados pessoais e antropométricos,resultados de exames laboratoriais bioquímicos, gráficos e de imagem dos seus prontuários,foram submetidos a questionários e ao teste de bioimpedância. Concluímos que há uma altacorrelação do grau de DHGNA com a evolução do SAOS nos pacientes estudados, nãohavendo a mesma correlação em relação ao aumento do risco cardiovascular e quandoavaliamos a associação com a qualidade de vida não observou-se diferença significativa entreo escore total de qualidade de vida em pacientes com esteatose leve para os indivíduos que asapresentavam na forma acentuada. Sendo assim, enfatizamos a importância da avaliaçãoglobal desses pacientes, desde o início da detecção da DHGNA.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 3240840 - CRISTINA GAMA MATOS PEREIRA
Interno - 1347234 - KARINA CONCEICAO GOMES MACHADO DE ARAUJO
Externo ao Programa - 2046888 - MÁRCIO BEZERRA SANTOS

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