UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: DAYA DEVI SOUZA DE OLIVEIRA
25/06/2018 13:57


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DAYA DEVI SOUZA DE OLIVEIRA
DATA: 11/07/2018
HORA: 13:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU sala 27
TÍTULO: Análise dos fatores de risco para a mortalidade neonatal precoce em Sergipe: estudo de linkage
PALAVRAS-CHAVES: Mortalidade neonatal precoce e tardia. Near miss neonatal. Óbitos de crianças nos primeiros 7 dias de vida.
PÁGINAS: 34
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Introdução: Avaliar os indicadores de mortalidade infantil de uma população éfundamental para subsidiar o planejamento de ações resolutivas para posteriorqualificação dos serviços obstétricos e neonatais ofertados, dimensionando comexatidão as necessidades mais urgentes de intervenção. Neste sentido esta pesquisaprocurou estudar as variáveis mais condicionantes da mortalidade infantil registradasnos Sistemas de Informação sob Mortalidade (SIM) e de Nascidos Vivos (SINASC), derecém-nascidos que foram a óbito até o sexto dia de vida, considerados neonataisprecoces. Objetivos: Investigar os fatores relacionados com a mortalidade neonatalprecoce em relação aos nascidos vivos que sobreviveram até o sexto dia de vida, emSergipe, no período de 2011 a 2016, a partir do cruzamento (linkage) dos bancos doSIM e SINASC. Metodologia: Uma coorte retrospectiva utilizando-se dadossecundários registrados no SIM e SINASC, onde foi realizado um linkage entre os doisbancos de dados. Análise dos dados: Para a extração dos dados foi utilizado o pacote“read.dbc” (Petruzalek, 2016) do programa R versão 3.5.0 (R Core Team, 2018) quetambém foi utilizado para a análise. A análise descritiva foi realizada através dasfrequências absolutas e relativas no caso das variáveis categóricas e medidas detendência central e variabilidade para as variáveis numéricas. Para avaliação dainfluência dos fatores de exposição sobre a ocorrência do desfecho foi utilizado riscorelativo. Resultados: Esta pesquisa trabalhou com a amostra de 1708 óbitos neonataisprecoces, relacionando suas variáveis correspondentes com às dos nascidos vivossobreviventes até o sexto dia de vida. Ao todo foram 205.042 nascidos vivos entre operíodo de 2011 e 2016, destes, 203.334 sobreviveram até o sexto dia de vida e 1708foram a óbito, correspondendo a 0,8%. Das variáveis analisadas, às correspondentes araça parda/negro e situação conjugal classificada em ter um companheiro, nãoapresentaram muito risco, sexo: RR=1,25 para o sexo masculino; escolaridade menorque 11 e 7 anos de estudo: RR=1,01, analfabeta: RR=1,25. O pré-natal adequadoapresentou fator de risco pouco expressivo também (1,13). As variáveis queapresentaram maior risco relativo (RR) foram a idade gestacional menor que 32semanas (muito pré-termo) com 82,01; o APGAR do 5º minuto menor que 7 (anormal)obteve RR de 80,72; o peso ao nascer menor que 1500g (muito baixo) foi de 107,95 eanomalia congênita com RR de 17,36. Conclusão: As variáveis sociodemográficas nãoapresentaram muito risco. O pré-natal adequado apresentou fator de risco poucoexpressivo também. As variáveis que apresentaram maior risco relativo (RR) foram àidade gestacional menor que 32 semanas (muito pré-termo); o APGAR do 5º minutomenor que 7; o peso ao nascer menor que 1500g (muito baixo) e a presença demalformação congênita.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 2865478 - ANDRÉIA CENTENARO VAEZ
Externo ao Programa - 2295747 - ANNA KLARA BOHLAND
Interno - 2356666 - MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA RIBEIRO

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