UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 02 de Fevereiro de 2023

A UFS preocupa-se com a sua privacidade

A UFS poderá coletar informações básicas sobre a(s) visita(s) realizada(s) para aprimorar a experiência de navegação dos visitantes deste site, segundo o que estabelece a Política de Privacidade de Dados Pessoais. Ao utilizar este site, você concorda com a coleta e tratamento de seus dados pessoais por meio de formulários e cookies.

Ciente


Notícias

Banca de DEFESA: RODRIGO GALLOTTI LIMA
11/04/2018 09:02


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RODRIGO GALLOTTI LIMA
DATA: 25/05/2018
HORA: 14:00
LOCAL: PRODEMA
TÍTULO: ESTIMATIVA DA GERAÇÃO DE NITROGÊNIO REATIVO EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR BRASILEIRAS
PALAVRAS-CHAVES: Ciclo do Nitrogênio. Degradação ambiental. Meio Ambiente. Campus sustentáveis.
PÁGINAS: 92
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Ciências Ambientais
RESUMO:

O Nitrogênio em sua forma molecular (N2) é um gás disponível na atmosfera, que compõe 78% do ar atmosférico e caracteriza-se por ser um gás estável e inerte. Já as demais espécies reativas de base nitrogenada (Nr) são geradas através de inúmeros processos, tanto de origem natural como de origem antrópica, a exemplo das descargas elétricas dos raios, chaminés das fábricas, escapamentos dos veículos, química atmosférica, síntese de bactérias, dentre outros, sendo que um dos mais conhecidos exemplos de processos que ocorre a quebra da ligação tripla do N2 e geração de Nr é a síntese de fertilizantes de base nitrogenada. A indústria de fertilizantes tem crescido muito, pois, com a maior disponibilidade de fertilizantes houve um incremento significativo na produtividade agrícola. No entanto, por outro lado, a parte do fertilizante que não é absorvida pela planta, contamina água potável e mananciais causando eutrofização comprometendo organismos aquáticos, repercutindo diretamente no setor pesqueiro e provocando formação do ozônio troposférico, portanto, quando mal aplicado trata-se de um agente danoso à agricultura e florestas. Além disso, o mesmo átomo de Nr pode causar múltiplos efeitos indesejáveis na atmosfera, nos ecossistemas terrestres e aquáticos bem como na saúde humana. Esses efeitos são conhecidos como efeitos da cascata de nitrogênio. Tal efeito é um processo complexo, pois, a depender do sistema ambiental, alguns têm capacidade de acumular mais Nr, o que implica em acumulação de Nr em certos reservatórios ambientais, e que consequentemente, pode aumentar os efeitos de Nr nesse ambiente, sendo que o único modo de parar a acumulação de Nr é converter Nr de volta para N2, ou seja realizando desnitrificação. Em paralelo a isso, o carbono também tem promovido diversos efeitos ambientais indesejáveis, a exemplo das mudanças climáticas na qual o Nr não somente intensifica, como potencializa esses efeitos, pois, também interage com suas diversas espécies de base nitrogenadas a exemplo do N2O, gás com efeito estufa trezentas vezes mais potente que o CO2. No entanto, a repercussão referente à problemática do Nr no meio ambiente é muito pouco divulgada e avaliada tendo em vista a atenção que é dada em relação à problemática do ciclo do carbono, fato que preocupa, pois, estima-se que os efeitos negativos referentes a alteração do Ciclo do Nitrogênio apresentem maiores intensidade e magnitude. O presente trabalho tem por objetivo identificar, estimar e comparar as fontes de Nr no Campus Ondina da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e no Campus São Cristóvão da Universidade Federal de Sergipe (UFS), bem como propor alternativas para mitigar e/ou compensar, a geração de N nestes campus. No tocante ao Campus Ondina da UFBA, foram identificadas e estimadas as suas fontes, onde a mais alta emissão foi referente às viagens aéreas desse campus realizadas pela população acadêmica que representa cerca de 60% de toda emissão do campus. Já para o Campus São Cristóvão da UFS, a mais alta emissão estimada foi referente aos alimentos que entram no campus ao campus que representou cerca de 30% da emissão total do referido campus. Diante desses cenários faz-se necessário a adoção de ações mitigadoras da geração do nitrogênio reativo nesses campus, principalmente com foco nos aspectos identificados com maior valor de emissão.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2273536 - LAURA JANE GOMES
Interno - 2178474 - ROBERTO RODRIGUES DE SOUZA
Interno - 1316620 - ALCEU PEDROTTI
Externo ao Programa - 1702496 - SERGIO LUIS MARTINS DOS SANTOS
Externo à Instituição - RUTH SALES GAMA DE ANDRADE
Externo à Instituição - ISABEL CRISTINA BARRETO ANDRADE
Externo à Instituição - DANIELLE THAÍS BARROS DE SOUZA LEITE

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2023 - UFRN v3.5.16 -r18285-05ee143cb2