UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: JOSEANE DE FARIA CALAZANS
16/02/2018 11:19


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSEANE DE FARIA CALAZANS
DATA: 28/02/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Sala Multiuso do PPEC
TÍTULO: Estrutura da comunidade e uso do habitat por pequenos mamíferos em área de restinga sergipana
PALAVRAS-CHAVES: Didelphimorphia; nordeste; microhabitat; Reserva Biológica de Santa Isabel; Rodentia.
PÁGINAS: 23
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Ecologia
SUBÁREA: Ecologia de Ecossistemas
RESUMO:

A heterogeneidade e a complexidade do habitat podem influenciar a abundância das espécies de roedores e marsupiais devido às diferentes formas no uso do espaço e à disposição de recursos no ambiente. No Brasil, estudos sobre o uso do habitat por pequenos mamíferos estão concentrados na região sul e sudeste, havendo poucos trabalhos no nordeste, sobretudo em áreas de restinga. As restingas são ecossistemas costeiros presentes em todo litoral brasileiro que apresentam diferentes tipos de fisionomias vegetais e são ainda pouco exploradas em relação a sua mastofauna. Assim, o presente trabalho visa caracterizar a estrutura da comunidade de pequenos mamíferos em área de restinga sergipana e analisar o uso do habitat entre as espécies e períodos amostrados. Através do método de captura-marcação-recaptura, o levantamento de pequenos mamíferos está sendo realizado mensalmente, de setembro de 2017 até agosto de 2018, com a utilização de armadilhas Sherman e pitfall em três sítios. Variáveis de habitat serão obtidas em todas as estações de captura (100/sítio) em uma campanha no período seco e outra no chuvoso. As associações das espécies com as características do habitat em diferentes períodos serão analisadas a partir de Análise de Redundância. O uso dos estratos da vegetação (chão e sub bosque) será comparado através de qui-quadrado. Dessa forma, considerando que o uso do habitat pode estar relacionado ao hábito de vida e ao processo de escolha dos indivíduos por determinados recursos disponíveis no ambiente, e que pode haver segregação espacial e temporal destes recursos na área de estudo, espera-se que variações nas abundâncias das espécies podem ser associadas com características do habitat distintas entre os períodos seco e chuvoso. Neste mesmo sentido, as espécies devem utilizar os estratos da vegetação em diferentes frequências. Ambas as abordagens pressupõem que o uso diferencial do habitat pode facilitar o processo de coexistência entre as espécies na comunidade.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1819383 - ADRIANA BOCCHIGLIERI
Interno - 1543186 - RENATO GOMES FARIA
Externo à Instituição - DANIELA TEODORO SAMPAIO

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