UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: BÁRBARA MANUELLA CARDOSO SODRÉ ALVES
08/02/2018 15:11


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BÁRBARA MANUELLA CARDOSO SODRÉ ALVES
DATA: 20/02/2018
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do DFA
TÍTULO: Analise dos danos aos pacientes envolvendo medicamentos de alta vigilância em decorrência de erros de medicação
PALAVRAS-CHAVES: medicamentos de alta vigilância, erros de medicação, danos, eventos adversos a medicamentos preveníveis, hospitais.
PÁGINAS: 73
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

Introdução: embora instituições de segurança do paciente definam os Medicamentos Alta Vigilância (MAVs) como aqueles medicamentos que apresentam risco aumentado de provocar danos significativos aos pacientes em decorrência de falha no processo de utilização. Não há estudos científicos que comprovem a prevalência dos danos devidos erros com MAVs. OBJETIVOS: determinar a prevalência dos danos aos pacientes envolvendo MAVs em decorrência de erros de medicação (EMs) em hospitais. METODOLOGIA: foi realizada uma revisão sistemática nas bases PubMed, Scopus, Web of Science e Lilacs, sendo considerados os estudos publicados até abril de 2017. Foram incluídos estudos que determinaram ou possibilitaram a determinação das taxas de danos causados por medicamentos de alta vigilância em decorrência de erros de medicação em hospitais. RESULTADOS: foram identificados cinco estudos. A prevalência geral de danos decorrentes de EMs envolvendo MAVs foi de 16,3%. Menos de 0,01% dos EMs envolvendo MAVs resultaram em morte. Foram reportados danos como hipotensão, hipoglicemia, hiperglicemia, hemorragia, parada cardíaca, acidente vascular cerebral, hospitalização prolongada, coma, lesão permanente, morte. Os medicamentos mais relacionados aos danos foram Cloreto de potássio a 15%, insulina, anticoagulantes, epoprostenol, anestésicos. CONCLUSÃO: dentre os quinze medicamentos presentes na lista de MAVs do ISMP dos Estados Unidos e do Brasil, nove não apresentaram evidências científicas quanto ao potencial de provocar danos. Em geral, poucos estudos - caracterizados por heterogeneidade metodológica e conceitual - foram realizados para determinar a prevalência de danos decorrentes de erros envolvendo esses medicamentos.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 949.166.594-49 - ALFREDO DIAS DE OLIVEIRA FILHO
Interno - 1315121 - DIVALDO PEREIRA DE LYRA JUNIOR
Externo ao Programa - 2928605 - GISELLE DE CARVALHO BRITO

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