UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 28 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: ALLAN CARLOS ARAÚJO DE OLIVEIRA
07/02/2018 14:23


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALLAN CARLOS ARAÚJO DE OLIVEIRA
DATA: 19/02/2018
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 26 do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde
TÍTULO: MENSURAÇÃO DA DOR DURANTE A ANESTESIA DENTAL E DO TEMPO DE LATÊNCIA E DURAÇÃO ANESTÉSICA PULPAR DO MÉTODO DE INJEÇÃO “NEEDLE FREE”: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO.
PALAVRAS-CHAVES: Anestesia dentária; Polpa dentária; Dor.
PÁGINAS: 43
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
SUBÁREA: Clínica Odontológica
RESUMO:

A dor durante a injeção de anestésicos locais é o principal motivo para o medo e a ansiedade. Na clínica odontológica, métodos e dispositivos anestésicos são usados para controlar a dor durante a injeção. O objetivo deste estudo foi mensurar o grau de dor durante a anestesia, além dos tempos de latência e duração da anestesia pulpar do método de injeção “needle free” e do método com seringa tradicional na maxila. Materiais e Métodos: Tratouse um estudo controlado, cego, split-mouth e randomizado com 41 voluntários que necessitavam de restaurações classe I em primeiros molares maxilares. A anestesia local foi realizada com injeção “needle free” a jato e seringa tradicional (grupo controle) com agulha curta 30G. A técnica e a lateralidade da maxila foram previamente randomizadas. Em seguida, os dentes tiveram os tempos de latência e duração da anestesia aferidos através do “Pulp Tester” Elétrico (PTE). O primeiro molar foi restaurado após a aferição do tempo de latência. A Escala Visual Analógica (EVA) aferiu o grau de dor experimentado durante os dois métodos anestésicos. Todos os dados foram tabulados e enviados para análise estatística com nível de significância estabelecido em 5%. Resultados: Não houve diferenças estatisticamente significativas (p > 0.05) entre os dois métodos anestésicos em relação à EVA e ao limiar basal de estimulação elétrica (mA). O tempo de latência anestésica foi de 2 minutos para todos os voluntários. O teste de Mann-Whitney (p < 0.05) conferiu mediana de 40 minutos de duração da anestesia pulpar. Conclusões: A dor mensurada pela EVA não conferiu diferenças significativas entre os dois métodos anestésicos. O tempo de latência anestésica foi de 2 minutos para todos os indivíduos submetidos aos dois métodos anestésicos. A anestesia pulpar com seringa tradicional apresentou maior tempo de duração.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1111420 - LIANE MACIEL DE ALMEIDA SOUZA
Interno - 1783432 - PAULO HENRIQUE LUIZ DE FREITAS
Externo à Instituição - RICARDO LUIZ CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE JUNIOR

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