UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 28 de Setembro de 2021


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Banca de DEFESA: CAROLINE DE ARAUJO MACHADO
07/02/2018 13:45


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CAROLINE DE ARAUJO MACHADO
DATA: 26/02/2018
HORA: 10:00
LOCAL: SALA 2 - PPGAGRI
TÍTULO: CARACTERIZAÇÃO BIOQUÍMICA DE ACESSOS DE MANGABEIRA E VIABILIDADE POLÍNICA DE COQUEIRO ANÃO VERDE DE FIJI
PALAVRAS-CHAVES: Hancornia speciosa Gomes; DPPH; rutina; ISSR; Cocos nucifera L., germoplasma; grãos de pólen; armazenamento.
PÁGINAS: 87
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
RESUMO:

A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) é uma espécie frutífera de clima tropical, nativa do Brasil. O objetivo desse trabalho foi determinar a atividade antioxidante, o teor de rutina, a fidelidade genética e a indução de calo in vitro bem como a histodiferenciação em cinco acessos de mangabeira provenientes do Banco Ativo de Germoplasma da Embrapa Tabuleiros Costeiros. Os experimentos foram conduzidos nos laboratórios de Cultura de Tecidos de Plantas (Embrapa Tabuleiros Costeiros) e de Anatomia Vegetal (Universidade Federal de Lavras). Foram utilizadas plântulas germinadas in vitro como fonte de explantes (segmentos nodal, foliar e internodal). Os segmentos foram inoculados para indução de calos em meio de cultura MS, contendo diferentes combinações de reguladores de crescimento. Para a atividade antioxidante dos acessos in vivo de extratos de folhas, a BI e CA obteve maior capacidade de captura de radicais livres (EC50 = 110,09 e 176,03 g de extracto seco/g de DPPH) quando comparado com os demais acessos in vivo e in vitro. O uso de 14 iniciadores ISSR gerou a amplificação de 39 fragmentos, dos quais 24 polimórficos (52,07%). A rutina não foi detectada nos extratos oriundos de calos in vitro de mangabeira. Para analise anatômica e morfológica de calos formados a partir de segmento foliar foram observados células do sac (pequenas células aglomeradas), aec (células aglomeradas alongadas), sc (células pequenas) e rac (células aglomeradas redondas).Em relação à formação de calo a partir do segmento internodal ocorreu formação inicial de células desdiferenciadas, sendo possível identificar os demais órgãos presentes na área caulinar. O coqueiro tem sido ameaçado pelo fitoplasma de amarelecimento letal, causado por um microrganismo do tipo fitoplasma que se dissemina por meio de insetos vetores, os quais se alimentam das folhas de palmáceas (Myndus crudus Van Duzee). Diversas ações de melhoramento genético da espécie tem sido implementadas a fim de obter-se materiais mais tolerantes, como o coqueiro anão verde de Fiji. Nesse sentido estudos sobre a viabilidade polínica do coqueiro anão verde de Fiji, que apresenta potencial para estudos de tolerância, são necessários. O objetivo foi avaliar a viabilidade de grãos de pólen por germinação in vitro em diferentes condições nutricionais e abióticas do coqueiro anão verde de Fiji. Foi coletada inflorescência fechada no Tropical Research and Education Center, Homestead, Flórida. Para o teste de viabilidade de grãos de polén foi avaliado a germinação em diferentes condições de temperatura: 22, 25, 28, 30°C em incubadora com luz e diferentes concentrações do meio Lora et al 2006, suplementados com sacarose, respectivamente, com 40, 80, 120 e 160 g/L. A maior porcentagem de germinação (44%) foi alcançada em meio de Lora 2006 concentrado em 4X com 160g/L de sacarose à temperatura de 26,5ºC. A maior porcentagem de germinação foi alcançada 24 horas após a inoculação. Não houve efeito significativo da luz.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 523.499.506-20 - ANA DA SILVA LEDO
Interno - 461.265.383-15 - ANA VERUSKA CRUZ DA SILVA MUNIZ
Externo à Instituição - DANIELA APARECIDA DE CASTRO NIZIO
Externo à Instituição - KICIA KARINNE PEREIRA GOMES COPELAND
Externo à Instituição - WAGNER APARECIDO VENDRAME

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