UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 26 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: GIDEL MATOS BRAZ
01/02/2018 09:30


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: GIDEL MATOS BRAZ
DATA: 08/02/2018
HORA: 14:30
LOCAL: LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO
TÍTULO: Aspectos monetários e não monetários e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica em Sergipe
PALAVRAS-CHAVES: Educação Pública. Ensino Fundamental. Desempenho.
PÁGINAS: 204
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Administração
SUBÁREA: Administração Pública
RESUMO:

A educação escolar é a via adequada para que os que dela se beneficiam sejam preparados para o exercício da cidadania e, assim, proporcionem melhorias ao seu desenvolvimento pessoal e profissional e também contribuam com o desenvolvimento econômico e social do seu país. Nesse sentido, a Constituição Federal de 1988 reza que o ensino será ministrado com garantia de padrão de qualidade (inciso VII do art. 206). Essa qualidade perpassa pela relação insumos–processos–resultados. Esses resultados, por sua vez, podem ser expressos através de desempenhos estudantis. Para medir esses desempenhos foi criado, no Brasil, o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), que é composto de duas avaliações: a Avaliação Nacional da Educação Básica (ANEB) e a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc). A Anresc ou Prova Brasil foi criada com o objetivo de avaliar a qualidade do ensino das escolas públicas e abrange os alunos da 4ª série/5º ano (1ª etapa) e da 8ª série/9º ano (2ª etapa) do ensino fundamental. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é o indicador que conjuga os resultados do fluxo escolar e as médias de desempenho nas avaliações. O objetivo desse estudo foi investigar a relação entre algumas variáveis e os desempenhos dos estudantes de municípios sergipanos medidos através do IDEB, no período de 2009 a 2015. Foram construídos bancos de dados que continham, além de informações referentes aos desempenhos estudantis, informações de 7 (sete) variáveis, quatro delas com características monetárias e três não monetárias. Por meio da Análise de Componentes Principais, que reduziu essas variáveis em duas componentes (aspecto intraescolar e aspecto extraescolar), e da regressão linear múltipla, além da estatística descritiva e das correlações, foi possível verificar tanto a influência das componentes principais quanto das variáveis originais nos desempenhos educacionais medidos pelo IDEB. Os resultados apontaram que os aspectos intraescolares e extraescolares não têm influência significativa nos resultados do IDEB. Por outro lado, quando verificados as associações entre as variáveis originais e esses desempenhos, a variável professores para cada 100 alunos foi a que esteve mais fortemente ligada ao IDEB, tanto na 1ª quanto da 2ª etapa do EF, segundo os coeficientes de regressão não padronizados. Concluiu-se que tanto as componentes principais quanto as variáveis originais não são significativas e, portanto, insuficientes para explicar as performances educacionais dos alunos da 1ª e 2ª etapas do ensino fundamental no intervalo de 2009 a 2015 para os municípios selecionados na amostra.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 3742946 - FABIO RODRIGUES DE MOURA
Interno - 3317187 - KLEBER FERNANDES DE OLIVEIRA
Presidente - 388032 - TACITO AUGUSTO FARIAS

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