UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: MAYARA TAVARES DA SILVA
30/01/2018 15:21


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MAYARA TAVARES DA SILVA
DATA: 23/02/2018
HORA: 08:00
LOCAL: UFS
TÍTULO: A corrente aussie apresenta algum efeito na nocicepção e função motora em modelo animal de dor articular inflamatória?
PALAVRAS-CHAVES: Eletroestimulação. Corrente alternada. Dor. Analgesia.
PÁGINAS: 53
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

Introdução: A estimulação elétrica, um recurso não-farmacológico, tem sido bastante utilizado para alívio da dor. A corrente aussie tem apresentado potencial efeito analgésico, porém, seus mecanismos de ação ainda são hipotéticos. Objetivo: avaliar o efeito da corrente aussie na nocicepção e no comportamento motor em modelo animal de dor articular inflamatória. Métodos: foram utilizados 36 ratos Wistar machos e a inflamação foi induzida no joelho através de injeção intra-articular de uma mistura de 3% de carragenina e 3% de caolina. Os animais, distribuídos aleatoriamente, foram separados em seis grupos: quatro grupos tratados com a corrente aussie com alta ou baixa intensidade combinada com alta ou baixa frequência, duração de burst de 4 ms e a frequência em burst de 50 Hz, durante 20 minutos; grupo controle negativo que permaneceu anestesiado durante esse mesmo período e o positivo tratado com morfina (5 mg/mL) sendo cada grupo composto por 6 animais. Foram avaliadas hiperalgesia primária, secundária e térmica, além da atividade locomotora exploratória dos animais. Um único pesquisador realizou todas as avaliações, além de ter sido mascarado, e o aplicador da terapia não interferiu nas avaliações. Os resultados foram expressos em média +- EPM. Diferenças entre os grupos foram realizadas pela ANOVA de duas vias com o post hoc teste Tukey. Valores de p<0,05 foram considerados significativos. Resultados: Houve redução significativa do limiar mecânico profundo 24 horas após indução da inflamação quando comparado ao momento basal em todos os grupos (p<0,002). Não foram observadas diferenças significativas nas avaliações pós-tratamento com a corrente aussie nos momentos 0h, 2h, 4h, 6h imediatamente após a primeira aplicação e após aplicações repetidas por cinco dias consecutivos, apenas o grupo tratado com morfina apresentou redução da hiperalgesia (p<0,02). Conclusão: a corrente aussie não mostrou efeito antinoceptivo em modelo animal de dor inflamatória.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1656787 - JOSIMARI MELO DE SANTANA
Externo à Instituição - LARISSA RESENDE OLIVEIRA
Externo ao Programa - 2320427 - LEONARDO YUNG DOS SANTOS MACIEL

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