UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 24 de Junho de 2021


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Banca de DEFESA: TAMIRIS DA SILVA OLIVEIRA
25/01/2018 11:26


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: TAMIRIS DA SILVA OLIVEIRA
DATA: 27/02/2018
HORA: 13:00
LOCAL: A definir
TÍTULO: Ecologia alimentar de morcegos frugívoros na restinga do Nordeste do Brasil e comportamento germinativo de espécies pioneiras após passagem pelo sistema digestório
PALAVRAS-CHAVES: dieta, frugivoria, germinação de sementes, dispersão de sementes, interação planta-morcego.
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Ecologia
SUBÁREA: Ecologia de Ecossistemas
RESUMO:

No presente estudo, a fauna de morcegos frugívoros e os itens alimentares que compunham a dieta das espécies na restinga do Nordeste do Brasil foram determinados, bem como foi investigada a influência da sazonalidade e do sexo na escolha dos recursos. Subsequentemente, as espécies de plantas e sementes que passaram pelo trato digestório dos morcegos foram identificadas para a avaliação do comportamento germinativo (porcentagem, tempo médio de germinação, velocidade de germinação e índice de sincronização) das sementes de quatro espécies de plantas pioneiras (Cecropia pachystachya, Passiflora silvestris, Solanum asperum e Vismia guianensis). Sementes consumidas pelos morcegos Artibeus lituratus e Carollia perspicillata foram comparadas com sementes não consumidas (coletadas dos frutos). Durante 12 meses, nove espécies de morcegos frugívoros foram capturadas e nove espécies de plantas identificadas (não contabilizadas espécies indeterminadas) em suas amostras fecais. Carollia perspicillata contribuiu com amostras de sementes durante todo o ano, tendo sua dieta influenciada pela sazonalidade. Entretanto, diferenças na dieta de machos e fêmeas de C. perspicillata não foram constatadas. Foi observada que a germinação de C. pachystachya foi significativamente beneficiada após a ingestão por A. lituratus. Sementes de S. asperum, P. silvestris e V. guianensis consumidas por C. perspicillata apresentaram efeitos neutros e negativos na germinabilidade em relação ás sementes coletadas dos frutos. Os resultados do presente estudo indicaram que uma mesma espécie de morcego pode produzir diferentes efeitos no comportamento germinativo das espécies de plantas consumidas e que os morcegos frugívoros podem contribuir de forma diferenciada nas taxas de estabelecimento de plantas na restinga, principalmente nos estádios iniciais de sucessão.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - CIBELE MARIA VIANNA ZANON
Externo ao Programa - 1712587 - ELIZAMAR CIRIACO DA SILVA
Presidente - 1881178 - MARCOS VINICIUS MEIADO

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