UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 31 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: BRUNA MATEUS ROCHA DE ANDRADE
24/01/2018 15:20


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BRUNA MATEUS ROCHA DE ANDRADE
DATA: 02/03/2018
HORA: 08:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU
TÍTULO: Efeitos da terapia com exercício de trato vocal semiocluído e treinamento de coral na voz de indivíduos com deficiência isolada e congênita do hormônio do crescimento.
PALAVRAS-CHAVES: Hormônio do crescimento. Voz. Análise acústica. Treinamento vocal. Canto
PÁGINAS: 82
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fonoaudiologia
RESUMO:

A voz é produzida pela vibração das pregas vocais, cujo número de ciclos por segundo (Hertz, Hz) corresponde à frequência fundamental (f0) do sinal laríngeo, e os formantes (F) são múltiplos da f0, indicando as zonas de amplificação das vogais no trato vocal. A deficiência de hormônio de crescimento isolada (DIGH) ao longo da vida caracteriza a voz de timbre alto e pitch agudo, com valores elevados frequências de formantes, mantendo uma previsão acústica pré-puberal. Especula-se que as medidas acústicas vocais destes indivíduos podem ser aprimoradas pelo exercício de trato vocal semiocluído ou treinamento de coral, e que sua classificação vocal em naipes assemelha-se a um coral infantil. Objetivos: verificar o efeito do exercício de trato vocal semiocluído (ETVSO); avaliar o efeito do treinamento de coral; e analisar a classificação dos naipes de vozes no coral de indivíduos com DIGH. Métodos: estudo prospectivo longitudinal sem grupo controle avaliou os efeitos da terapia com ETVSO em tubo de silicone LaxVox e treinamento de coral em 17 indivíduos adultos com DIGH congênita e não tratada, em um período de 30 dias. Foi realizado gravação da amostra vocal da vogal [é] para análise acústica e comparação do efeito antes e após do ETVSO (pré-ETVSO e pós-ETVSO) e pós-treinamento de coral. Além disso, foi realizada classificação dos naipes de vozes do coral de indivíduos com DIGH. Resultados: O primeiro formante (F1) foi maior no pós-treinamento de coral em comparação com o pré-ETVSO (p = 0,009). O segundo formante (F2) foi maior no pós-ETVSO em comparação com o pré-ETVSO (p = 0,045). Shimmer foi reduzido em pós-treinamento de coral em comparação com pré-ETVSO (p = 0,045). Todas as mulheres DIGH (total 10) foram classificadas em naipe de voz contralto, e os homens DIGH (total 7) tenores. Conclusão: Uma abordagem de terapia fonoaudiológica com ETVSO e treinamento de coral foi capaz de melhorar os parâmetros acústicos da voz de indivíduos com DIGH congênita e não tratada. Particularmente, isso parece ser importante em um cenário em que poucos pacientes são submetidos à terapia de reposição de GH. Conclui-se que o efeito da terapia com ETVSO é adicionado ao treinamento de coral favorecendo aos ajustes da fonte na adução das pregas vocais e do filtro na forma, comprimento e constrição do trato vocal. A classificação dos naipes de vozes do coral de indivíduos adulto DIGH é típico de um coral infantil.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 426410 - ANITA HERMINIA OLIVEIRA SOUZA
Presidente - 426411 - MANUEL HERMINIO DE AGUIAR OLIVEIRA
Externo ao Programa - 1693695 - SUSANA DE CARVALHO

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