UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: FÁBIA REGINA DOS SANTOS
24/01/2018 15:16


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: FÁBIA REGINA DOS SANTOS
DATA: 08/02/2018
HORA: 08:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU
TÍTULO: Triagem Neonatal para Infecção da Doença de Chagas Congênita: Avaliação da Prevalência ao Nascer na Região Sul de Sergipe.
PALAVRAS-CHAVES: Doença de Chagas. Trypanosoma Cruzi. Triagem Neonatal. Epidemiologia.
PÁGINAS: 76
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Introdução: A doença de Chagas (DC) é uma das principais causas de morbimortalidade nas Américas, com uma prevalência estimada de seis a sete milhões de pessoas infectadas em todo mundo. No Brasil, com a melhora nos controles vetoriais e dos bancos de sangue, a transmissão congênita da doença de Chagas vem assumindo papel epidemiológico importante. Sabendo-se que a maioria das crianças infectadas pela via congênita é assintomática e o tratamento tem alta eficácia e segurança para elas, há necessidade de estratégias para o diagnóstico e tratamento precoces. A triagem neonatal, também conhecida como teste do pezinho, é considerada uma boa estratégia para identificação da transmissão vertical em saúde pública. O conhecimento atual sobre a epidemiologia da doença de Chagas congênita (DCC) no Estado de Sergipe ainda é limitado. Considerando a importância epidemiológica da doença de Chagas em Sergipe, especificamente na região Sul, e a escassez de dados nessa temática, delineou-se o presente estudo. Objetivo: Estimar a prevalência da doença de Chagas congênita entre os recém-nascidos da região Sul do Estado de Sergipe, por meio do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). Metodologia: Trata-se de um estudo transversal. O material de estudo foi constituído por 3952 amostras de sangue, em papel filtro, de neonatos triados pelo Programa Estadual de Triagem neonatal de Sergipe (PETN/SE) no período de julho de 2015 a julho de 2016. Dessas amostras, 203 foram consideradas inadequadas e 3749 foram submetidas ao teste ELISA IgG, o qual diagnosticou a presença de duas amostras positivas. Vinte por cento daquelas com resultado negativo foram submetidas ao teste de Imunofluorescência Indireta, quantitativo que, em número absoluto, totalizou setecentos e cinquenta amostras, sendo considerado a Imunofluorescência o segundo teste. Os dados foram tabulados e analisados por meio do programa Epi info 7.1.4. Resultados: Não foi encontrado recém-nascido com doença de Chagas congênita na Região Sul, no entanto, foi identificada uma puérpera com doença. Conclusão: Não foi encontrada a DCC em recém-nascidos na Região Sul de Sergipe. Porém, a infecção da DC encontrada em mulheres em idade reprodutiva alerta para a necessidade de estratégias de detecção e de tratamento precoces como políticas de saúde pública para prevenção e controle da doença. A detecção da DC por meio do Programa Nacional de Triagem Neonatal mostrou ser uma eficiente estratégia, a qual poderia ser custeada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e incluída nos exames de pré-natal e de rastreamento de recém-nascidos em áreas endêmicas para a doença.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 426722 - ANGELA MARIA DA SILVA
Externo à Instituição - GENILDE GOMES DE OLIVEIRA
Interno - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES

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