UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: PATRICIA NOGUEIRA MATOS
16/01/2018 11:30


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: PATRICIA NOGUEIRA MATOS
DATA: 29/01/2018
HORA: 09:00
LOCAL: DTA - Auditório
TÍTULO: AÇÃO DE ABSORVEDORES DE ETILENO NA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE GOIBA (Psidium guajava) ARMAZENADA EM TEMPERATURA AMBIENTE E REFRIGERADA
PALAVRAS-CHAVES: Goiaba, absorvedores de etileno, embalagem ativa.
PÁGINAS: 45
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Ciência e Tecnologia de Alimentos
SUBÁREA: Tecnologia de Alimentos
ESPECIALIDADE: Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal
RESUMO:

O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas no mundo, entre estas culturas encontra-se a goiaba (Psidium guajava). A maior produção de goiaba no Brasil está situada na região nordeste, onde a produção é feita sob irrigação. A goiaba é uma fruta climatérica, que apresenta baixa vida de prateleira, devido suas altas taxas respiratórias e síntese de etileno. O controle da maturação dessa fruta é essencial para aumentar sua vida útil. A aplicação de embalagens ativas contendo absorvedores de etileno e o controle da temperatura poderá atuar como barreiras da atividade respiratória, e contribuir para o aumento da vida útil dessa fruta, possibilitando a exportação, bem como, comercialização desse fruto em períodos sazonais. Deste modo, o objetivo do presente trabalho será avaliar o efeito do potencial da embalagem ativa contendo absorvedores de etileno sobre a qualidade e conservação pós-colheita de goiabas submetidas à temperatura ambiente e de refrigeração. Os frutos passarão por etapas de seleção, limpeza, sanitização, enxágue, rinsagem e acondicionamento. As goiabas serão acondicionadas em sacos de polietileno de baixa densidade (PEBD) contendo grupos de três frutos, estas serão submetidas a cinco tratamentos: T1 – Controle (embalagem PEBD); T2 – embalagem contendo sachê de 1,25g de KMnO4/kg de fruta; T3 – embalagem contendo sachê de 2,5g de KMnO4/kg de fruta; e T4 – embalagem contendo sachê de 5,00 de KMnO4/kg de fruta. Os tratamentos serão armazenados em duas temperaturas distintas: 8±1ºC e 24±1ºC, durante 20 dias. A cada quatro dias (0, 4, 8, 12, 16 e 20) serão retiradas amostras para as analises de perda de massa, firmeza, cor instrumental, índice de escurecimento, pH, acidez total, sólidos solúveis, ratio, vitamina C, teor de sólidos solúveis, compostos fenólicos aparentes, atividade enzimática, concentração de CO2 e de etileno. Após a obtenção dos dados, será realizada a análise estatística, levando-se em consideração que cada tratamento será em triplicata e os dados serão analisados com auxilio do programa estatístico ASSISTAT por meio de análise de variância (ANOVA) e as médias comparadas utilizando-se o teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade. Os resultados obtidos serão analisados juntamente com as informações da literatura cientifica, para melhor elucidação da concentração de permanganato de potássio nos sachês absorvedores de etileno, e definição da temperatura de armazenamento adequada para tecnologia aplicada.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2481282 - ALESSANDRA ALMEIDA CASTRO PAGANI
Externo ao Programa - 1562875 - LUIZ FERNANDO GANASSALI DE OLIVEIRA JUNIOR
Externo à Instituição - JULIANNA FREIRE DE SOUZA

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