UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 23 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: SHIRLEY AZEVEDO ALMEIDA
18/08/2017 10:23


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SHIRLEY AZEVEDO ALMEIDA
DATA: 24/08/2017
HORA: 10:00
LOCAL: Auditório de Enfermagem da Didática II, sala 04
TÍTULO: Adaptação Transcultural da “Neurobehavioral Rating Scale Revised” (NRS-R) para versão brasileira no Trauma Cranioencefálico.
PALAVRAS-CHAVES: Traumatismos encefálicos, escalas, cognição, depressão, autocrítica, tradução, avaliação de sintomas, neuropsiquiatria
PÁGINAS: 90
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

O Traumatismo Cranioencefálico (TCE) tem sido razão de discussões em institutos de saúde em todo o mundo. É descrito como um grave problema de saúde pública por afetar a população economicamente ativa. Mais da metade dos pacientes que sobrevivem, têm significantes déficits físicos, cognitivos ou alterações comportamentais com consequente impacto social e emocional às vítimas e suas famílias. Entre essas sequelas, as comportamentais são as que geram maior impacto negativo. A NRS-R investiga as principais áreas relacionadas ao TCE avaliando alterações somáticas como cefaleia, tontura e neuropsiquiátricas como funções executivas, memória, ansiedade, depressão, irritabilidade, psicoses entre outras. No Brasil são escassos os instrumentos que permitem uma avalição breve dos sintomas neuropsiquiátricos e somáticos em apenas uma só escala. Nesse sentido, o objetivo deste estudo é realizar a adaptação transcultural da “Neurobehavioral Rating Scale Revised” (NRS-R) para a língua portuguesa e cultura brasileira nos pacientes com TCE. Estudo metodológico que seguiu o modelo de adaptação transcultural proposto por Beaton e colaboradores em cinco etapas desenvolvido entre dezembro de 2015 a julho de 2017. A primeira etapa resultou em duas traduções independentes para a língua portuguesa. Após reunião de consenso com o grupo de tradutores e pesquisadores chegou-se a uma única versão considerada como síntese das traduções. Na etapa seguinte procedeu-se a retrotradução dessa síntese por outros dois tradutores independentes para a língua inglesa, o que qualificou a versão brasileira da NRS-R, com aprovação do autor da escala prof. Dr. Harvey Levin. Um comitê de especialistas avaliou a adequação do instrumento e na última etapa, foi testada a versão pré-final com aplicação em dois grupos. No primeiro grupo participaram 15 pacientes com TCE atendidos no ambulatório REVIVA do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe e o segundo, 15 sujeitos sem TCE, pareados para a faixa etária, sexo e escolaridade, sem diferença estatística entre os grupos nessas variáveis. A escala mostrou ser um instrumento válido, capaz de identificar sintomatologia neuropsiquiátrica e somática entre os pacientes com TCE. Conclui-se que a NRS-R, em sua versão brasileira é um instrumento relevante para a prática clínica e pesquisa.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2168215 - EDILENE CURVELO HORA MOTA
Externo à Instituição - LYVIA DE JESUS SANTOS
Externo ao Programa - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES

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