UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: TASSIA LIMA BOMFIM TEIXEIRA
01/08/2017 10:35


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: TASSIA LIMA BOMFIM TEIXEIRA
DATA: 03/08/2017
HORA: 11:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU
TÍTULO: Avaliação da dor e Analgesia pós Trauma Cranioencefálico.
PALAVRAS-CHAVES: Traumatismos encefálicos. Dor. Analgesia. Medição da dor
PÁGINAS: 75
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

A dor é uma complicação frequente após o Trauma Cranioencefálico (TCE) e suaexperiência deve ser melhor explorada nos estudos da neurociência. O estudo objetivouavaliar a dor em pacientes adultos após o TCE, analisar o registro de dor e analgesiaprescrita no prontuário do paciente, verificar a associação entre dor e variáveis relativasao TCE e seu impacto nas atividades da vida diária. Estudo quantitativo de cortetransversal desenvolvido no ambulatório do hospital-escola da Universidade Federal deSergipe (UFS) e pronto-socorro do Hospital de Urgências de Sergipe (HUSE), apósaprovação do comitê de ética. A coleta de dados foi realizada em agosto de 2016 a maiode 2017, por meio de entrevistas com aplicação de formulário de avaliação da dor baseadonos padrões funcionais de saúde de Marjory Gordon, adaptado por Pimenta e Cruz quecontempla o questionário de avaliação da dor McGill e escalas de categoria verbal enumérica, além da análise dos prontuários de 40 pacientes com TCE. Para avaliar aassociação entre variáveis ordinais e nominais foi utilizada a correlação Rank-Bisserial(Rrb). Foi aplicado o teste binomial para avaliar se a proporção de casos que a dor no TCEafetava os padrões funcionais de saúde de Gordon. O nível de significância adotado foide 5% e o software utilizado foi o R Core Team 2017. Os resultados apontaram que ospacientes em sua maioria era homens jovens que sofreram TCE com hematomadecorrente do acidente motociclístico e não utilizavam EPI. Todos os pacientes avaliadosafirmaram sentir dor com variação de moderada a insuportável ou de moderada a intensanas escalas de categorias verbal e numérica respectivamente. O local mais dolorosoapontado no diagrama corporal foi a região da cabeça. Os descritores do questionário deMcGill com maior representatividade foram a dor caracterizada como “Enjoada”,“Latejante” e “Pontada”. Houve escassez de registro da queixa dolorosa no prontuário nohospital, em contrapartida havia registro da dor na totalidade dos prontuários doambulatório. A maioria dos pacientes de agressão, queda ou outros tipos de ocorrênciarelataram dor moderada, enquanto as vítimas de acidentes de transporte apresentaram dorforte ou insuportável. Embora todos pacientes tenham referido sentir dor, a realização dasatividades de vida diária não foi prejudicado. Conclui-se que a dor é um sinal frequenteno paciente após o TCE, sobretudo a cefaleia e necessita da avaliação da equipe de saúde,a fim de proporcionar um cuidado humanizado e qualificado.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 2027262 - ANNY GISELLY MILHOME DA COSTA FARRE
Externo à Instituição - LYVIA DE JESUS SANTOS
Interno - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES

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