UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 14 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: ERIVELTON ROSÁRIO DO NASCIMENTO
31/07/2017 10:22


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ERIVELTON ROSÁRIO DO NASCIMENTO
DATA: 31/07/2017
HORA: 14:00
LOCAL: Sala 01 do Polo de Gestão
TÍTULO: Influência da taxa e modo de evolução fenotípica sobre estrutura funcional de assembleias ecológicas
PALAVRAS-CHAVES: Ecologia de comunidades, filtro ambiental, macroecologia, métodos filogenéticos comparativos, similaridade limitante
PÁGINAS: 20
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Ecologia
SUBÁREA: Ecologia de Ecossistemas
RESUMO:

Entender os mecanismos históricos-evolutivos que governam os padrões de coexistência em nível de comunidades pode oferecer maior compreensão acerca da biodiversidade e ajudar a esclarecer parte da questão central sobre a diversidade, composição e distribuição das espécies. Entretanto estudos de formação de assembleias tem ignorado o efeito da taxa e modo evolutivo de traços funcionais para avaliar os padrões de coexistência de espécies pode ser inapropriado, tendo em vista que um dos principais mecanismos modeladores de assembleias, a similaridade limitante, poder ser afetada pela forma e velocidade em que o traço acumula diferenças ao longo do tempo. Diante disso, buscamos investigar, através de simulações e padrões empíricos, como o modo evolutivo das características das espécies pode afetar a estrutura funcional de assembleias ecológicas. Para isso serão simuladas comunidades a partir de dez níveis de conservatismo e taxas evolutivas sobre três parâmetro evolutivos (taxa evolutiva, força de restrição e força do sinal filogenético). Além disso, utilizaremos dados de massa corporal de clados monofiléticos de aves para a comparação e validação das simulações com dados empíricos. Esperamos aqui que as assembleias formadas a partir de um conjunto de traços funcionais mais conservado na filogenia apresentem com maior frequência a ocorrência de padrões de coexistência agrupado, ou seja, espécies com características semelhantes compartilhando o nicho ecológico e compondo a mesma assembleia. Por outro lado, quando as assembleias são formadas por um conjunto de traços altamente lábil na filogenia, esperamos observar maior frequência de ocorrência de dispersão na coexistência de táxons, ou seja, espécies com características menos similares compondo a mesma assembleia. Por fim, quando o conjunto de traço evolui em movimento browniano (não sofre pressão seletiva), esperamos que a frequência de ocorrência dos padrões sejam ditados em detrimento do processo de formação de assembleias dominante, o filtro ambiental ou a competição interespecífica.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2019114 - SIDNEY FEITOSA GOUVEIA
Interno - 2260274 - PABLO ARIEL MARTINEZ
Externo à Instituição - DAVI MELLO CUNHA CRESCENTE ALVES

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