UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 20 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: JOICE CORREIA DOS SANTOS
18/07/2017 09:07


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOICE CORREIA DOS SANTOS
DATA: 25/07/2017
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de Videio Conferência da RENORBIO UFS
TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE BIOPROCESSO PARA A PRODUÇÃO DE GOMA XANTANA POR FERMENTAÇÃO A PARTIR DE SUBPRODUTO LÁCTEO
PALAVRAS-CHAVES: Bioprocesso; Bioproduto; Resíduo.
PÁGINAS: 101
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Química
SUBÁREA: Processos Industriais de Engenharia Química
ESPECIALIDADE: Processos Bioquímicos
RESUMO:

Uma das formas promissoras para o aproveitamento de resíduos agroindustriais é através do desenvolvimento de processos biotecnológicos para a produção de um grande número de metabólicos de interesse industrial como, por exemplo, a goma xantana. A goma xantana é um exopolissacarídeo natural com inúmeras aplicações industriais devido às suas proeminentes propriedades, como biocompatibilidade, biodegrabilidade, não toxicidade e renovabilidade, é obtida por processo fermentativo usando a bactéria Xanthomonas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção da goma xantana por fermentação aeróbica da Xanthomonas campestris ATCC 13951, utilizando soro de leite e casca de maracujá como substrato, com a intenção de promover a diminuição ou eliminação total da necessidade de adicionar suplementos ao meio fermentativo. Por meio do Delineamento Composto Central (CCD) foi verificado o efeito simultâneo de três variáveis independentes (concentração de sacarose, lactose e extrato de casca de maracujá) em agitador orbital utilizando a cepa Xanthomonas campestris ATCC 13951 obtendo como variável resposta a máxima produção de goma xantana e biomassa. Os resultados obtidos a partir dos onze ensaios do planejamento experimental (CCD) indicaram que todas as variáveis influenciaram positivamente na produção da goma xantana e da biomassa. Máxima produção de goma xantana foi observada após 72 h utilizando 30 g/L de lactose do soro suplementado com 10 g/L de sacarose e 20% de extrato da casca de maracujá, obtendo-se 35,15 g/L. O segundo planejamento avaliou o efeito da composição do meio de cultivo soro: extrato (suplementado ou sem suplementação) e do pré-tratamento de hidrólise da casca de maracujá, obtendo-se como resposta a máxima produção de goma xantana (14,81g/L) após 72 h, utilizando o soro: extrato (submetido a hidrolise ácida) e suplementado com K2HPO4. No entanto, a viscosidade máxima foi encontrada para o meio sem suplementação (510 mPa.s), demonstrando que os rendimentos mais elevados não estão relacionados com a qualidade da goma obtida.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2178474 - ROBERTO RODRIGUES DE SOUZA
Interno - 426680 - GABRIEL FRANCISCO DA SILVA
Interno - 690.948.450-91 - FRANCINE FERREIRA PADILHA
Externo ao Programa - 3553547 - BRANCILENE SANTOS DE ARAUJO
Externo ao Programa - 2481282 - ALESSANDRA ALMEIDA CASTRO PAGANI

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