UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 30 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: MARIA ALVINA DE ARAUJO GOMES
18/04/2017 17:42


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA ALVINA DE ARAUJO GOMES
DATA: 19/05/2017
HORA: 15:00
LOCAL: PROPADM Sala 47
TÍTULO: GOVERNANÇA, GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTEGRADOS NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SERGIPE (IFS): POSSIBILIDADES E LIMITES DE COMPLIANCE
PALAVRAS-CHAVES: Governança; gestão de riscos; controles internos; sistematização de boas práticas.
PÁGINAS: 120
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Administração
RESUMO:

Organizações públicas ou privadas são criadas com objetivos a realizar, que, sujeitos a eventos e/ou circunstâncias do ambiente interno ou externo, podem comprometer os resultados pretendidos. No setor público, escassez de recursos ou sua inadequada utilização e aumento de demandas são algumas das condições que justificam a necessidade de sistemas de controle interno adequadamente estruturados e atuantes. Em nível federal, tem-se intensificado a presença do Estado por meio de instâncias de controle atuando na regulamentação, institucionalização e fortalecimento de estruturas de controle em órgãos e entidades jurisdicionados, no propósito de zelar pela boa governança e gestão no setor público. Busca-se assim, instituir e incentivar boas práticas na atuação das lideranças organizacionais, na definição das estratégias e nos instrumentos de controle adotados nas instituições e órgãos, que os conduzam a promover seu objetivo primordial: o atendimento ao interesse público. Neste cenário, o controle é meio e fim em si mesmo. É mecanismo que pressupõe existir como sistema de controle interno e, quiçá, compliance. Os órgãos fiscalizadores têm demonstrado a importância e relevância daquele com base nas práticas de governança, gestão de riscos e controles internos que o sustentam. Corroboradas por estudos organizacionais estas práticas devem permear toda a organização, com base em estruturas específicas, que, integradas, permitam à organização sistematizar boas práticas, definindo instâncias, papéis e responsabilidades essenciais, de forma que seu sistema de controle interno traduza a conformidade organizacional. Nesse contexto, essa pesquisa teve por objetivo compreender a sistematização de boas práticas no Instituto Federal de Sergipe por meio da institucionalização e atuação de instâncias de governança e de gestão que o integram. A pesquisa caracterizou-se como estudo de caso único com enfoque incorporado, em face dos subsistemas e níveis de análise. Utilizou-se de uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório-descritiva. Adotou-se como técnicas de coleta de dados entrevistas semiestruturadas e para corroborá-las, a observação direta e a análise documental, buscando a triangulação dos dados. Os resultados evidenciam a forte influência da regulação externa na institucionalização do sistema de controle interno. Demonstram ainda que a implantação e a regulamentação de estruturas de governança e de gestão têm assegurado boas práticas organizacionais, contudo limitadas a algumas atuações e instâncias. Constatou-se também iniciativas inovadoras em implementação que demandam a revisão de práticas atuais e a adoção de ferramentas e estruturas próprias para viabilizar a efetividade do sistema de controle do órgão.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1791750 - FLORENCE CAVALCANTI HEBER PEDREIRA DE FREITAS
Interno - 1224228 - MARIA CONCEICAO MELO SILVA LUFT
Interno - 6252676 - DEBORA ELEONORA PEREIRA DA SILVA
Externo ao Programa - 2577589 - JUSSARA MARIA MORENO JACINTHO

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