UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 24 de Junho de 2021


Notícias

Banca de QUALIFICAÇÃO: CECILIA SILVA DA ROCHA PITA
21/03/2017 08:47


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CECILIA SILVA DA ROCHA PITA
DATA: 24/03/2017
HORA: 09:30
LOCAL: Auditório do Polo de Gestão
TÍTULO: REFÚGIOS CLIMÁTICOS DE MAMÍFEROS MARINHOS
PALAVRAS-CHAVES: Biogeografia, Ciclos glaciais, Modelos Paleoclimáticos, Pleistoceno, Última Glaciação Máxima
PÁGINAS: 20
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Ecologia
SUBÁREA: Ecologia de Ecossistemas
RESUMO:

A distribuição das espécies é determinada por vários fatores, sendo as condições ambientais um desses fatores. Dessa forma, consideramos que as condições climáticas onde uma espécie habita corresponde a principal força que afeta a sobrevivência e crescimento dos indivíduos, assim, cada espécie apresenta seu próprio nível de tolerância climática e responde de modo particular espacial e temporalmente. Sabendo que as condições climáticas variam ao longo do tempo e espaço, podemos esperar que isso afetará também as interações entre as espécies e a aptidão individual. Desse modo, para que as espécies sobrevivessem e persistissem num ambiente em mudança ao longo dos milhões de anos, foi necessário o surgimento de um local que servisse como abrigo e mantivesse as condições ambientais mais estáveis. Esses locais foram então denominados de refúgios climáticos, excepcionalmente importantes durante as mudanças climáticas frequentes e cíclicas que acompanham a história da Terra, um desses eventos foi a última máxima glaciação (UMG, ~ 21.000-18.000 anos). Este evento ocasionou mudanças, tanto no ambiente terrestre quanto no aquático, em especial, devido à glaciação e recuo do nível do mar em relação ao nível presente. Os refúgios climáticos marinhos são um dos menos explorados na literatura científica, sendo determinado pela identificação de locais que apresentam zonas altamente produtivas e/ou áreas com diversidade de habitat e ainda que tenham profundidades maiores que 120 m. Os mamíferos marinhos servirão de organismos de estudo, pois eles se destacam pela grande quantidade de informação disponível, tanto de distribuição quanto de fisiologia, comportamento e evolução. Dessa forma, no presente projeto vamos a utilizar modelos de distribuição de espécies para determinar as áreas de pretéritas de ocorrência (6k e 21k) das espécies de mamíferos marinhos. Assim, pretendemos determinar os possíveis refúgios climáticos a partir da manutenção de alta riqueza de espécies ao longo do tempo.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1775420 - GUSTAVO LUIS HIROSE
Presidente - 2260274 - PABLO ARIEL MARTINEZ
Interno - 2019114 - SIDNEY FEITOSA GOUVEIA

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2021 - UFRN v3.5.16 -r15440-bf36319aa9