UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: PAULO HENRIQUE SANTOS ANDRADE
05/12/2016 11:06


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: PAULO HENRIQUE SANTOS ANDRADE
DATA: 15/12/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do DFA
TÍTULO: Fatores de risco associados a reações adversas a medicamentos em pacientes pediátricos hospitalizados
PALAVRAS-CHAVES: Criança; hospitais;fatores de risco; efeitos adversos e reações adversas relacionados a medicamentos; estudos de coorte.
PÁGINAS: 129
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

Reação adversa a medicamento (RAMS) em crianças hospitalizadasainda é um problema de saúde pública. Além disso, há pouco conhecimento quantoaos fatores de risco envolvidos nesse processo. Objetivo: Identificar os fatores de riscopara RAMS, em pacientes pediátricos, ocorridas durante o internamento hospitalar.Método: inicialmente foi realizada uma revisão sistemática de estudos de coorteprospectivos referentes aos fatores de risco para RAMS em crianças durante apermanência hospitalar nas bases de dados PubMed/MEDLINE, LILACS, Scopus eWeb of Science, para obter informações sobre os métodos empregados, os resultadosencontrados e a lacunas não preenchidas. Posteriormente foi conduzido um estudo de3, coorte em crianças de 0-14 anos internadas por mais de 48 horas em uma alapediátrica de um hospital universitário. Para a análise uni e multivariada desobrevivência foram definidas como desfecho a ocorrência da primeira RAM durante ointernamento e o tempo até a sua ocorrência. Resultados: Na revisão sistemática,foram incluídos sete estudos. Observamos uma variação no método entre os estudosincluidos referente à definição de RAM, a uti!ização de escalas de causalidade, ઠinclusão de eventos classificados como possíveis e à análise estatística. Em relaçãoàs incidências calculadas por paciente foram observadas variações entre 2,7 e 35,1%.Como fatores de risco, observamos em comum acordo apenas o aumento no númerode medicamentos prescritos. Em relação à coorte, foi incluída 173 crianças, das quaisª, 38 apresentaram 66 RAMS classificadas como “definidas” e “prováveis”. Foi observadauma incidência por paciente de 22,0%, bem como foram associados fatores de risco,ª; tal como o histórico de RAM do paciente, o uso de antimoniato de meglumina, deª; antibacteriano para uso sistêmico e antiepiléptico. Conclusão: As RAMS em criançasª. são eventos comuns em ambiente hospitalar e podem atingir um quarto destafg população. Entre os estudos de coorte prospectivos, há grandes varões metodológicas que dificultam a realização da metaanálise e apontam a necessidade de uma padronização metodológica. Por fim, na coorte realizada frisamos a necessidade de registrar em prontuário o histórico de RAMs do paciente, visto que por vezes é uma prática esquecida pela equipe de saúde e destacamos a importância do monitoramento das crianças durante e após a administração de antimoniato de meglumina, antibacteriano para uso sistêmico e antiepilético.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1334092 - FRANCILENE AMARAL DA SILVA
Externo à Instituição - IZA MARIA FRAGA LOBO
Presidente - 1694328 - WELLINGTON BARROS DA SILVA

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