UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


Notícias

Banca de QUALIFICAÇÃO: JOSÉ RONALDO ALVES DOS SANTOS
16/09/2016 09:30


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSÉ RONALDO ALVES DOS SANTOS
DATA: 30/09/2016
HORA: 14:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU Sala 27
TÍTULO: ALTERAÇÕES HISTOPATOLÓGICAS EM PLACENTAS HUMANAS DE PACIENTE DE ALTO RISCO COM DIABETES MELLITUS GESTACIONAL
PALAVRAS-CHAVES: Diabetes Mellitus, Gestação, Placenta, Análise Histológica.
PÁGINAS: 80
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

O Diabetes Mellitus é um problema de saúde pública mundial. Estima-se que existam mais de 171 milhões de pessoas com diabetes no mundo, sendo que projeções da Organização Mundial de Saúde para 2030 sugerem que esse número possa chegar a 366 milhões de pessoas. Pesquisas tem demonstrado que o diabetes mellitus gestacional, pode propiciar ou agravar alterações patológicas, que repercutirá no equilíbrio sistêmico tanto da gestante quanto do feto. Estudos tem demostrado que os danos na placenta podem ser responsáveis pela alta incidência de complicações maternas-fetais. Métodos: Com o objetivo de determinar a prevalência das alterações histopatológicas em placentas humanas, bem como descrever às condições clínicas de parturientes e seus respectivos recém-nascidos com ou sem Diabetes Mellitus Gestacional, realizou-se um estudo experimental e descritivo. Entre as variáveis maternas o peso das parturientes de acordo com a média se mostrou diferente em relação as normoglicêmicas (37,7%) e diabéticas gestacionais (36.7%). Ao analisar as variáveis fetais a estatura dos recém-nascidos se mostrou diferente em relação normoglicêmicas (49,0%) e as diabéticas gestacionais (45.8%), seguido do perímetro torácico onde as normoglicêmicas (34,0%) e diabéticas gestacionais (32,6%) apresentaram respectivamente. Constatou-se ao avaliar as variáveis placentárias que tamanho da placenta das parturientes normoglicêmicas foi significativamente maior (60.3%) quando comparado a gestantes diabéticas gestacionais (60,3%). Ainda assim o peso das placentas das parturientes normoglicêmicas prevaleceu (0,74%) quando comparado as diabéticas gestacionais (0,64%). As análises histopatológicas demonstram que houve diferenças na avaliação clínica e patológica das lâminas dos grupos normoglicêmicos e diabetes gestacional. Conclusão: Sugere-se, portanto, uma investigação mais aprofundada dos fatores relacionados ás alterações placentárias, para assim poder auxiliar na elucidação de questões sobre a patogênese da doença e agravantes materno-fetal.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1893534 - ADRIANA ANDRADE CARVALHO
Externo ao Programa - 1738313 - CARLA KALLINE ALVES CARTAXO FREITAS
Externo ao Programa - 2660317 - JOÃO CARLOS CARVALHO QUEIROZ

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2020 - UFRN v3.5.16 -r12712-85cc87cea5