UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 16 de Setembro de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: FÁTIMA REGINA ZAN
05/09/2016 10:23


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: FÁTIMA REGINA ZAN
DATA: 24/09/2016
HORA: 10:00
LOCAL: Auditório do Pólo de Gestão/UFS
TÍTULO: GESTÃO E ALINHAMENTO ESTRATÉGICO NAS ENTIDADES GESTORAS/CERTIFICADORAS DE INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS DE VINHOS
PALAVRAS-CHAVES: Indicações Geográficas; Gestão Estratégica; Viticultura.
PÁGINAS: 92
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Multidisciplinar
RESUMO:

Na antiguidade a utilização da identificação dos produtos por região, já era uma característica

utilizada na demonstração de notoriedade dos produtos. Mas foi na idade moderna, no ano de

1756 que Marquês do Pombal, primeiro ministro de Portugal, com o intuito de proteger o Vinho

do Porto, contra falsificações, criou e agrupou os produtores em torno da Companhia dos

Vinhos do Porto e demarcou a Região do Douro. A região obteve o direito á exclusividade de

produzir o vinho do Porto, passando a ser protegida contra as falsificações, contando ainda com

um sistema de controle e certificação. A Europa é considerada o berço das Indicações

Geográficas, referência para outros países, que passaram a utilizar este mecanismo de proteção

de produtos de origem e promoção do desenvolvimento local. No entanto, verificou-se um

grande avanço na implementação de IGs, em nível mundial, a partir da entrada em vigor do

Acordo Relativo dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio

(ADPIC/TRIPS), em 1995. Consequentemente, os membros da Organização Mundial do

Comércio (OMC), passaram a ter obrigatoriedade de criar mecanismos, ou seja, um marco

jurídico nacional de proteção de propriedade intelectual e regulamentação de utilização da

marca coletiva criada através das Indicações Geográficas. Além da proteção de Propriedade

Intelectual, o sucesso de uma Indicação Geográfica depende da Gestão Estratégica. A

implementação de estratégias no âmbito das organizações associativas, depende do

envolvimento de todos os stakeholders para obter resultados eficientes e eficazes. No caso das

Indicações Geográficas, as Entidades Gestoras/Certificadoras constituídas gerenciam as

atividades coletivas, mas os agentes econômicos trabalham individualmente buscando

alternativas para manter a competividade no mercado dos seus próprios negócios. O presente

Projeto de Tese tem como objetivo a construção de um modelo de gestão e processo de

avaliação do alinhamento estratégico baseado em indicadores, como ferramenta para subsidiar

as Entidades Gestoras/Certificadoras das indicações geográficas num contexto das relações

interorganizacionais e o ambiente interno. Pretende-se assim encontrar respostas para a questão

da pesquisa: Como as ações de gestão, tanto coletivas como individuais, podem garantir o

sucesso das Indicações Geográficas e dos Agentes Econômicos? O modelo teórico a ser

construído tem como base o Modelo de Maturidade de Luftmann(2000). As informações e

dados, documentos e percepções, estão sendo coletados no âmbito nas Indicações Geográficas

de vinhos, em Portugal e no Brasil.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 116.375.605-91 - ANA ELEONORA ALMEIDA PAIXAO
Externo à Instituição - CARMEN REGINA DORNELES NOGUEIRA
Externo à Instituição - LUIS FELIPE DIAS LOPES
Interno - 285.033.170-87 - MARIA EMILIA CAMARGO
Presidente - 1548872 - SUZANA LEITAO RUSSO

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