UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: TÁSSIA CAMILLA SANTOS NUNES
26/07/2016 07:52


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: TÁSSIA CAMILLA SANTOS NUNES
DATA: 05/08/2016
HORA: 14:00
LOCAL: Centro de Treinamento do Hospital São Lucas
TÍTULO: "Análise da cadeia de custos pela hospitalização por Síndrome coronariana aguda no âmbito da Saúde Suplementar"
PALAVRAS-CHAVES: Custos hospitalares,Síndrome coronariana aguda, Gravidade do paciente, escore Grace
PÁGINAS: 63
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Fundamento: A sustentabilidade do sistema de saúde, comprometida pelos altos custos, necessita de estratégias que garantam eficiência a baixo custo. Objetivo: Analisar a cadeia de custos com a hospitalização por Síndrome Coronariana Aguda relacionada ao escore GRACE. Métodos: Estudo transversal, documental, com abordagem quantitativa, realizado em hospital privado e em uma operadora de plano de saúde. Foram incluídos indivíduos admitidos com síndrome coronariana aguda nos anos 2013 e 2014 no hospital da pesquisa que não tivessem sido atendidos em outra unidade na vigência do episódio e que não evoluíram ao óbito. Foi calculado o escore Grace versão 2.0 e obtidas faturas com todos os custos hospitalares, discriminadas em 06 taxonomias. A relação entre os custos e níveis do escore Grace foi obtida por meio do teste de Kruskal Wallis, considerando significativas diferenças inferiores a K-W < 0,05. Resultados: Identificados 64 pacientes, maioria mulheres, idade média de 67,3 que apresentaram angina instável e nível GRACE baixo. O custo médio por paciente com síndrome coronariana aguda foi R$ R$ 31.199,38 e a média de permanência hospitalar 7,05 dias, a qual influenciou nos custos (K-W: 0,041). Não houve relação de significância estatística entre os custos e o escore GRACE (K-W: 0,170), a variabilidade dos custos em um mesmo nível GRACE foi alta e a taxonomia que mais impactou na fatura foram os OPMEs. Conclusão: A não relação entre os custos hospitalares e o escore GRACE acrescida da alta variação de valores revelam ser necessário investigar o que fomenta os custos, senão a gravidade do paciente.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1243900 - JOSE AUGUSTO SOARES BARRETO FILHO
Interno - 426692 - ANTONIO CARLOS SOBRAL SOUSA
Externo ao Programa - 1166728 - JOSE RICARDO DE SANTANA

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