UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Junho de 2021


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Banca de DEFESA: JOANA PAULA BISPO NASCIMENTO
04/07/2016 15:34


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOANA PAULA BISPO NASCIMENTO
DATA: 27/07/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do Pólo de Gestão da UFS
TÍTULO: Hidratação descontínua de sementes como nova alternativa para a produção de mudas destinadas à recuperação de ambientes degradados na Caatinga
PALAVRAS-CHAVES: estresses ambientais, germinação de sementes, recuperação de áreas degradadas
PÁGINAS: 70
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Ecologia
SUBÁREA: Ecologia de Ecossistemas
RESUMO:

A hidratação descontinua de sementes em ambientes áridos e semiáridos, como a Caatinga, pode estar intimamente relacionada ao sucesso reprodutivo das espécies vegetais, além de representar uma ferramenta importante para a produção de mudas mais tolerantes às condições ambientais, as quais poderão ser utilizadas com maior sucesso na restauração de ambientes degradados. Assim, o objetivo deste estudo foi determinar os benefícios da hidratação descontinua em quatro espécies arbóreas da Caatinga, com potenciais para a recuperação de áreas degradadas, avaliando o comportamento germinativo dessas sementes quando submetidas a estresse ambientais. Para isso, a curva de embebição das sementes das quatro espécies foi determinada e foram selecionados os tempos, X, Y e Z, aos quais correspondem à metade do tempo na fase I da embebição, ¼ do tempo da fase II e ¾ da fase II da embebição, respectivamente. As sementes foram então submetidas a 0, 1, 2 e 3 ciclos de hidratação e desidratação (HD) e, logo após esse procedimento, postas para germinar sob condições de estresses hídrico, salino e térmico. De modo geral a hidratação descontínua foi benéfica à germinação das quatro espécies estudadas quando essas foram submetidas a, pelo menos, um dos estresses ambientais. Quando submetidas ao estresse salino, os ciclos de HD influenciaram de forma positiva a germinabilidade e o tempo médio de germinação (TMG) de todas as espécies. Para o estresse hídrico, apenas a espécie P. nitens apresentou uma redução na germinabilidade e no TMG. Já quando foram submetidas a temperaturas extremas as espécies apresentaram um padrão de resposta germinativa diferenciado, onde as espécies P. moniliformis e P. nitens apresentaram maior tolerâncias em todas as temperaturas extremas avaliadas. Conclui-se que a passagem das sementes pela hidratação descontínua e que os ciclos de HD são benéficos para a germinação das sementes, pois conferem maior tolerância aos estresses ambientais, podendo-se afirmar que essas espécies possuem memória hídrica.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1712587 - ELIZAMAR CIRIACO DA SILVA
Externo ao Programa - 1715088 - JULIANO RICARDO FABRICANTE
Presidente - 1881178 - MARCOS VINICIUS MEIADO

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