UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 23 de Outubro de 2020


Notícias

Banca de DEFESA: ALEXANDRA OLIVEIRA DOS SANTOS
31/05/2016 15:58


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALEXANDRA OLIVEIRA DOS SANTOS
DATA: 13/06/2016
HORA: 13:00
LOCAL: Centro de Pesquisas Biomédicas/HU Sala 27
TÍTULO: "Avaliação dos Custos do Processo de Cuidado Ambulatorial dos Pacientes Inclusos no Programa de Obesidade Mórbida - Métodos de Custeio ABC" .
PALAVRAS-CHAVES: Obesidade. Alocação de custos. Cirurgia bariátrica.
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

A obesidade vem crescendo de forma acelerada e tem sido considerada uma epidemia global estando associada às mais diversas comorbidades como diabetes e hipertensão. As despesas com saúde relacionadas à obesidade no Brasil têm se tornado um grande problema econômico para a saúde brasileira, gerando elevados custos com o tratamento das doenças relacionadas ao excesso de peso e à obesidade. A análise apurada de custos, através do método ABC, permite melhor gerenciamento de recursos por parte dos gestores, elevando a qualidade da assistência prestada. O estudo teve como objetivo avaliar os custos do processo do cuidado ambulatorial dos pacientes inclusos no programa de obesidade mórbida do ambulatório de endocrinologia do HU-UFS através do método ABC. Trata-se de um estudo prospectivo para avaliação econômica do processo de cuidado dos pacientes inclusos no programa de obesidade mórbida do ambulatório de endocrinologia do HU-UFS. A população do estudo foi composta por pacientes inclusos no programa (N=43). Observou-se uma frequência maior de hipertensão (p = 0.004) e diabetes mellitus (p = 0.036), bem como quantidade de doenças (p = 0.001), assim como maior consumo de medicamentos (p = 0.023) no período pré-operatório em relação ao pós-operatório. O tratamento ambulatorial mensal custou R$ 526.17 por paciente mês. O desfecho revelou que o custo de maior relevância foi o relacionado à estrutura com um gasto mensal médio por paciente de R$346,63, comparado com R$119,26 relacionado a medicamentos e R$60,28 relacionado a exames. Não foram identificadas diferenças significativas entre os gastos no pré-operatório e pós-operatório. Com relação aos gastos com estrutura, a atividade de maior consumo foram a de realizar serviços de recepção. Conclui-se que o custo estrutural foi bem superior aos custos com exames e medicamentos e que a atividade de maior custo foi a de realizar serviços de recepção. O estudo contribui para nortear os gestores na alocação adequada de recursos, que se configuram como um problema devido à escassez de recursos destinados à saúde, visando uma assistência de qualidade.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES
Interno - 1347234 - KARINA CONCEICAO GOMES MACHADO DE ARAUJO
Externo ao Programa - 2179750 - KARLA FREIRE REZENDE

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2020 - UFRN v3.5.16 -r12712-85cc87cea5