UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 20 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: LUCYANA SANTOS DE MENDONÇA MELO
26/04/2016 12:59


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUCYANA SANTOS DE MENDONÇA MELO
DATA: 11/05/2016
HORA: 14:30
LOCAL: Sala de Vídeo Conferencia da Renorbio ao lado da Secretaria da Renorbio UFS
TÍTULO: “CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E IDENTIDADE GENÉTICA DE DALBERGIA ECASTAPHYLLUM PARA PRODUÇÃO DE EXTRATOS PADRONIZADOS”
PALAVRAS-CHAVES: marcador, composto biativo, denominação de origem
PÁGINAS: 120
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Biologia Geral
RESUMO:

Resumo

A Dalbergia ecastaphyllum foi determinada como a origem botânica da própolis vermelha brasileira através de estudos químicos e moleculares. Este fato elevou a quantidade de pesquisa com essa espécie vegetal. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI concedeu a Denominação de Origem a Própolis vermelha e Extrato de própolis vermelha de Alagoas cuja composição apresenta, entre outros compostos químicos, os marcadores formononetina e dadzeína. Entretanto, vários estudos têm identificado os marcadores químicos deste produto em amostras de D. ecastaphyllum e própolis vermelha de Sergipe. O objetivo deste trabalho foi definir a impressão digital de Dalbergia ecastaphyllum da região do baixo São Francisco através de marcadores químicos e moleculares, além de avaliar a atividade biológica e desenvolver extratos padronizados com teores conhecidos de princípios ativos. Os perfis cromatográficos das plantas e da própolis vermelha apresentaram similaridade. O método UHPLC demonstrou vantagens sobre o HPLC em termos de economia de tempo, consumo de menos solvente, menor volume de injeção da amostra e maior detectabilidade. O fingerprint ESI(-)-MS das amostras demonstrou que os perfis de composição são semelhantes nas amostras da espécie vegetal. A própolis vermelha apresentou íons como m/z 239, 255, 271 ou 283 que estão presentes também na planta em estudo, embora as intensidades de ionização variem entre as amostras. Os compostos formononetina, biochanina A e daidzeína foram encontrados nas amostras de Sergipe, Alagoas e na própolis vermelha. Os resultados do sequenciamento para a avaliação da identidade genética das populações de Dalbergia demonstraram que estas são muito homogêneas, possuindo exatamente o mesmo haplótipo para a região analisada. De acordo com os resultados a D. ecastaphyllum do baixo São Francisco têm as mesmas características genéticas e perfis químicos similares apresentando inclusive os marcadores químicos considerados para a própolis vermelha alagoana. Faz-se necessário a realização de mais estudos comparativos entre as própolis da região nordeste visando a possibilidade da indicação de origem geográfica ser estendida para outros estados. A similaridade genética das plantas e a presença de diversos marcadores químicos, bem como a facilidade de propagação dessa planta em sistema de cultivo possibilitam a exploração de um novo caminho de obtenção de compostos bioativos de forma direta a partir de extratos da entrecasca de D. ecastaphyllum.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - CARLOS ALFREDO LOPES DE CARVALHO
Interno - 2335200 - CHARLES DOS SANTOS ESTEVAM
Interno - 2022042 - DANIEL PEREIRA DA SILVA
Presidente - 1690189 - EDILSON DIVINO DE ARAUJO
Externo à Instituição - JULIANA CORDEIRO CARDOSO
Interno - 2026761 - MARCUS VINICIUS DE ARAGAO BATISTA
Externo ao Programa - 2180134 - SILMARA DE MORAES PANTALEAO

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