UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: VIVIANE CORREIA CAMPOS ALMEIDA
16/03/2016 08:50


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: VIVIANE CORREIA CAMPOS ALMEIDA
DATA: 01/04/2016
HORA: 13:00
LOCAL: sala 26 Centro de Pesquisas Biomédicas
TÍTULO: DOENÇAS INFECCIOSAS E RESPOSTA IMUNOLÓGICA EM INDIVÍDUOS ADULTOS COM DEFICIÊNCIA CONGÊNITA DE GH.
PALAVRAS-CHAVES: resposta imune humoral e celular, isolada deficiência do hormônio de crescimento, testes cutâneos e vacinas, doenças infecciosas
PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

O hormônio do crescimento (GH) é importante para o desenvolvimento e função do sistema imunológico, mas há controvérsias se a deficiência do GH (DGH) é associada a distúrbios imunes. A DGH é frequentemente adquirida e associada a outras deficiências hormonais da pituitária (cortisol, prolactina, hormônios tireoidianos e sexuais), com as dificuldades inerentes às terapias de reposição. Um modelo de deficiência isolada do GH (DIGH), sem outros déficits ou reposições hormonais, excluiria efeitos confundidores na análise das ações do GH na imunidade, podendo esclarecer se a perda do GH é associada com uma susceptibilidade maior a infecções ou com uma alteração na resposta imunológica. Nosso objetivo foi estudar a frequência de doenças infecciosas e a função imune em adultos com DIGH congênita e não tratada. Foi realizado um estudo transversal com 35 adultos com DIGH devido à mutação homozigótica (C.57+1G>A) no gene do receptor do hormônio liberador do GH (GHRH) e 31 controles, que foram submetidos a um questionário clínico e exame físico. Foram feitas sorologias para doença de Chagas, leishmaníase, HIV, tétano, hepatites B e C, e dosagens de imunoglobulinas séricas totais: IgG, IgA, IgE e IgM. A resposta imune foi avaliada através de testes cutâneos (Derivado Proteico Purificado (PPD), estreptoquinase e candidina), e da resposta à vacinação a Hepatite B, tétano e ao bacilo Calmette-Guérin (BCG). Não houve diferença entre os grupos na história de doenças infecciosas e dados sorológicos basais. Indivíduos com DIGH apresentaram menores níveis de IgG total, mas dentro da variação normal e menor diâmetro da induração no teste cutâneo com estreptoquinase, embora sem diferença na positividade a este teste (DIGH 2 em 21; controles 5 em 20). Também não houve diferença na positividade ao PPD (DIGH 4 em 24; controles 10 em 28) e à candidina (DIGH 3 em 21; controles 1 em 19) nem na resposta a vacinações entre os grupos. Em conclusão, não foi encontrado uma maior frequência de infecções ou distúrbios imunes envolvendo produção de anticorpos ou resposta celular a antígenos cutâneos nos indivíduos com DIGH congênita e não tratada.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 285930 - AMELIA MARIA RIBEIRO DE JESUS
Interno - 426722 - ANGELA MARIA DA SILVA
Externo ao Programa - 3204497 - FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA

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