UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 24 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: TAÍS OLIVEIRA MATOS SILVA
08/03/2016 14:19


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: TAÍS OLIVEIRA MATOS SILVA
DATA: 04/04/2016
HORA: 14:30
LOCAL: Auditório do Departamento de Tecnologia de Alimentos
TÍTULO: COMPOSTOS VOLÁTEIS, PERFIL SENSORIAL, ÁCIDOS GRAXOS E POTENCIAL ANTIOXIDANTE DE ÓLEO EXTRAÍDO DE RESÍDUO AGROINDUSTRIAL DE AÇAÍ (Euterpe oleracea Mart.)
PALAVRAS-CHAVES: Azeite Gourmet, Aromatizante natural, Óleo de Açaí, Análise Sensorial, Cromatografia Gasosa, Espectrometria de Massas.
PÁGINAS: 70
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Ciência e Tecnologia de Alimentos
SUBÁREA: Ciência de Alimentos
ESPECIALIDADE: Química, Física, Fisico-Química e Bioquímica dos Alim. e das Mat-Primas Alimentares
RESUMO:

O fruto do açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.), planta nativa da Região Amazônica, é um dos alimentos funcionais mais populares desta região e amplamente utilizado no mundo. Em 2013, a produção da polpa de açaí, entre outros subprodutos deste fruto, gerou aproximadamente R$ 410 milhões, garantindo emprego e renda para inúmeras famílias dos Estados do Pará e Amazonas. No entanto, a industrialização do açaí também produz grande quantidade de resíduos orgânicos, que representam mais um problema ambiental para a região amazônica. O objetivo da presente pesquisa é avaliar o potencial dos resíduos gerados pelo processamento de açaí, para a produção de óleo destinado a aplicações culinárias e cosméticas. Frutos de açaí, em estágio maturo, serão obtidos da Fazenda Água Branca, localizada no município de Wenceslau Guimarães na Bahia, processados em unidade piloto do Departamento de Tecnologia de Alimentos, de forma similar àquela realizada por unidades processadoras da região Amazônica. Os resíduos gerados durante a clarificação da polpa, serão submetidos à secagem sob fluxo de ar a 55°C, em estufa de secagem Solab SL 100/42, até que o material atinja umidade inferior a 10%. O material desidratado será moído em moinho de facas (Willey, TE 650) equipado com peneira mesh 20 (0,85mm) e submetido à prensagem a frio em prensa hidráulica (SIWA 60T) a uma força e tempo que serão estudados. O óleo obtido será caracterizado fisico e quimicamente, quanto à densidade relativa, índice de refração, teor de umidade, e índices de acidez, de saponificação e de iodo. Também serão determinados o perfil de ácidos graxos e a capacidade antioxidante do óleo; esta última pelos métodos DPPH e ORAC. Os compostos voláteis presentes no “headspace” do óleo serão identificado e comparados ao da polpa processada. Os voláteis serão isolados por técnica de microextração em fase sólida (SPME), em fibra DVB/Carboxen/PDMS, separados em colunas capilares de diferentes polaridades - DB-5 e DB-Wax - e posteriormente, analisados em um sistema GC-MS (Agilent, modelo GC 7890A/5975C). A identificação dos voláteis será realizada por meio dos espectros de massa disponíveis na biblioteca NIST/EPA/NIH do CG-MS, versão 2.0, 2008, dos índices de retenção linear obtidos experimentalmente e na literatura científica, e dos espectros e índices de retenção linear de padrões puros. Julgadores treinados determinarão o perfil de aroma e sabor dos óleos comparativamente ao da polpa processada. O perfil de compostos voláteis e o perfil de aroma do óleo serão analisados de forma comparativa aos polpa processada da fruta. Os resultados obtidos, associados a informações da literatura cientifica, irão definir o potencial do óleo para uso em aplicações na culinária gourmet e na indústria cosmética.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1786979 - MARIA APARECIDA AZEVEDO PEREIRA DA SILVA
Interno - 1460010 - MARCELO AUGUSTO GUTIERREZ CARNELOSSI
Externo ao Programa - 426680 - GABRIEL FRANCISCO DA SILVA

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