UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: ALEXANDRA OLIVEIRA DOS SANTOS
12/02/2016 11:25


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALEXANDRA OLIVEIRA DOS SANTOS
DATA: 02/03/2016
HORA: 08:00
LOCAL: sala 26 Centro de Pesquisas Biomédicas
TÍTULO: Avaliação do processo de cuidado ambulatorial dos pacientes inclusos no programa de obesidade mórbida– Método de custeio ABC.
PALAVRAS-CHAVES: Obesidade. Alocação de custos. Cirurgia bariátrica.
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

A obesidade vem crescendo de forma acelerada e tem sido considerada uma epidemia global estando associada a mais diversas comorbidades como diabetes e hipertensão. As despesas com saúde relacionadas com a obesidade no Brasil têm se tornado um grande problema econômico para a saúde brasileira gerando elevados custos com o tratamento das doenças relacionadas ao excesso de peso e a obesidade. A análise apurada de custos através do método ABC, permite melhor gerenciamento de recursos por parte dos gestores elevando a qualidade da assistência prestada. O estudo teve como objetivo avaliar o processo do cuidado e custos ambulatoriais dos pacientes no pré-operatório e pós-operatório inclusos no programa da Bariátrica. Trata-se de um estudo para avaliação econômica do processo de cuidado dos pacientes inclusos no programa da bariátrica do ambulatório do HU-UFS. A população do estudo foi composta por pacientes inclusos no programa (N=43), sendo avaliado o custo do tratamento por um período de 30 dias. Observou-se uma frequência maior de hipertensão (p = 0.004) e diabetes mellitus (p = 0.036) bem como quantidade de doenças (p = 0.001), assim como maior consumo de medicamentos (p = 0.023) no período pré-operatório em relação ao pós-operatório. O custo do tratamento ambulatorial foi de R$ 526.17 por paciente/ mês. O desfecho revelou que o custo de maior relevância foi o relacionado a estrutura com um gasto mensal médio por paciente de R$346,63 comparado com R$119,26 relacionado a medicamentos e R$60,28 relacionado a exames. Não foram identificadas diferenças significativa entre os gastos no pré-operatório e pós-operatório, com relação aos gastos com estrutura a atividade de maior consumo foram a de realizar serviços de recepção. Conclui-se que o custo estrutural foi bem superior aos custos com exames e medicamentos e que a atividade de maior custo foi a de realizar serviços de recepção. O estudo contribui para nortear os gestores na alocação adequada, que se configuram como um problema devido à escassez de recursos destinados a saúde, visando uma assistência de qualidade.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 426722 - ANGELA MARIA DA SILVA
Externo ao Programa - 3183832 - ANTONIO ALVES JUNIOR
Externo ao Programa - 2179750 - KARLA FREIRE REZENDE

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