UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 24 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: ARIVANIA SANTOS PEREIRA
04/02/2016 10:28


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ARIVANIA SANTOS PEREIRA
DATA: 24/02/2016
HORA: 14:00
LOCAL: A definir
TÍTULO: Carollia perspicilatta e Platyrrhinus lineatus (Chiroptera: Phyllostomidae): Dieta e avaliação da influência da ingestão de sementes no sucesso de germinação
PALAVRAS-CHAVES: Endozoocoria, mata atlântica, frugívoros, interação morcego-planta, dispersão de sementes
PÁGINAS: 38
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Ecologia
SUBÁREA: Ecologia de Ecossistemas
RESUMO:

Dentro do amplo universo de interações morcego-planta, muitos processos mutualísticos é coevolutivos já foram evidenciados. Cerca de 30% das espécies de morcegos dependem das plantas como recurso alimentar, em contrapartida, as plantas dependem dos morcegos para realizar a dispersão das suas sementes, e assim garantir sua reprodução e perpetuação da espécie. Essa relação mutualística evidencia a importância dos morcegos não somente para comunidade vegetal, mas também para manutenção da dinâmica de todo o ecossistema. Ainda é uma incógnita a contribuição dos morcegos quando o mecanismo de dispersão utilizado é a endozocooria, visto que as sementes dispersas, após passagem pelo sistema digestivo de morcegos têm resultados imprevisíveis. Esse estudo se propôs a ampliar o conhecimento sobre a contribuição ecológica de duas espécies de morcegos filostomídeos (Carollia perspicillata e Platyrrhinus lineatus). Dentre os principais objetivos, está a avaliação do efeito da endozoocoria de Carollia perspicillata e Platyrrhinus lineatus nos padrões de germinação das principais espécies por eles consumidas, e a caracterização dos itens alimentares consumidos por Carollia perspicillata, investigando as possíveis mudanças temporais na dieta. O estudo será realizado em duas áreas de Mata Atlântica do estado de Sergipe, as quais contemplam dois abrigos estáveis de morcegos; uma cavidade natural no município de Laranjeiras (Gruta da Janela) e um abrigo artificial localizado na Universidade Federal de Sergipe (UFS). A coleta das sementes ingeridas será realizada por meio de lonas plásticas estendidas abaixo dos abrigos das respectivas espécies de morcegos um período de 72 horas por mês. As sementes serão recolhidas, consideradas como uma única amostra, acondicionadas em coletores plásticos, transportadas ao laboratório e submetidas aos testes de germinação. Para a realização do experimento com o grupo controle serão colhidos frutos de sementes das espécies identificadas nas fezes localizadas próximos aos abrigos das respectivas espécies. Para a dieta, será feita a análise com base no Fruit Consumption Index – FCI. As espécies serão identificadas no herbário ASE (Universidade Federal de Sergipe). Espera-se com este estudo, gerar um conjunto de dados que contribua na elucidação das questões referentes a relações existentes entre plantas e morcegos frugívoros.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1881178 - MARCOS VINICIUS MEIADO
Externo à Instituição - PATRICIO ADRIANO DA ROCHA
Externo à Instituição - TÚLIO VINICIUS PAES DANTAS

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