UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: MARCOS ANTONIO COSTA DE ALBUQUERQUE
21/01/2016 11:39


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARCOS ANTONIO COSTA DE ALBUQUERQUE
DATA: 04/02/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Núcleo de Pós Graduação em Saúde
TÍTULO: Tendência secular de mortalidade por doenças infecciosas no Estado de Sergipe
PALAVRAS-CHAVES: Doenças infecciosas; mortalidade; tendência;Joinpoint
PÁGINAS: 91
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
SUBÁREA: Clínica Médica
ESPECIALIDADE: Doenças Infecciosas e Parasitárias
RESUMO:

A magnitude do estudo proporciona a análise de mortalidade por doenças infecciosas em um período de 34 anos no Estado de Sergipe. Os objetivos foram determinar a tendência secular de mortalidade por doenças infecciosas no Estado de Sergipe, determinar o impacto causado pelas doenças infecciosas, identificar as doenças infecciosas de maior mortalidade e determinar o impacto causado pelas doenças infecciosas negligenciadas. A metodologia foi referenciada em estudos ecológicos de séries temporais, enfocando os cálculos de mortalidade por meio de coleta de dados secundários obtidos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação e do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Estado de Sergipe, da Secretaria de Estado da Saúde. As análises das tendências foram calculadas pelo Joinpoint Regression Program do National Cancer Institute, USA. Merece destaque no estudo as doenças tropicais negligenciadas que são responsáveis por taxas consideráveis de mortalidade, com maior evidência a esquistossomose, doença de Chagas e leishmanioses. A tuberculose apresentou no gênero masculino tendência crescente de mortalidade significativa, enquanto que no feminino ocorreu decréscimo. A AIDS apresentou tendências crescentes da incidência e da mortalidade, com exceção de alguns grupos etários específicos. Necessitamos rever as medidas de controle da AIDS, particularmente no tocante à prevenção, ao diagnóstico precoce e à assistência aos soropositivos do estado. Faz-se necessário um olhar dos gestores sobre as doenças infecciosas, visando criar novas estratégias nos campos de vigilância epidemiológica, terapêutica e acompanhamento desses pacientes, para não se perder o controle sanitário, e dessa forma minimizar os riscos à população exposta.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 426722 - ANGELA MARIA DA SILVA
Interno - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES
Interno - 285906 - ROQUE PACHECO DE ALMEIDA
Externo à Instituição - CARLOS ANSELMO LIMA
Externo à Instituição - GUATER LISBOA RAMALHO

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